Mais um teste
Dia de teste para o Tupi na preparação para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. Neste sábado (18), o Carijó recebe, às 15h30, no Estádio Municipal, o Duque de Caxias, em jogo-treino que será a segunda oportunidade de avaliação do técnico alvinegro, Felipe Surian, de seus comandados em uma situação semelhante a uma partida valendo 3 pontos.
Mas se no primeiro amistoso do período de treinamentos para a Quarta Divisão, que terminou com derrota por 5 a 1 para o Vasco, no dia 11 deste mês, o clube juiz-forano tinha poucas opções em seu recém-reunido grupo, desta vez é diferente. Com mais atletas à disposição, e tendo dez dias de treinamentos – nos quais pode até mesmo testar variações táticas para a formação de seu time -, Surian quer ver principalmente como será a desenvoltura de quem chegou para qualificar o elenco carijó.
Quero ver principalmente esses atletas que chegaram, casos do Michel (meia e lateral-esquerdo) e do Tôto (volante e lateral-direito), dentro do esquema que a gente está planejando. A gente gosta dos jogos-treino justamente para isso, para movimentação e testar o encaixe, além de observar os atletas. É esse o momento para isso porque durante a competição você não pode errar senão perde o jogo, deseja Felipe.
Apesar de não ter batido o martelo quanto à formação que irá utilizar inicialmente no teste deste sábado, o técnico do Tupi usou, na maioria dos treinos, um esquema bastante ofensivo. Assim, o Carijó deve ir a campo esta tarde com Douglas Borges, Maguinho, Silvio, Adriano Lobinho e Rafael Estevam; Felipe Lima, Maicon Douglas e Renan; Núbio Flávio, Ademilson e Michel.
Querendo ganhar
Quem vai estar em campo sabe da importância de testes como esse para o ajuste do time antes da estreia na Série D, no dia 2 de junho, contra o Aracruz, no Espírito Santo. O objetivo é acertar a equipe e trabalhar situações para deixar o grupo afinado para a competição nacional. Por isso, como gosta sempre de destacar o técnico Felipe Surian, o resultado não é tão importante assim. Mas os atletas garantem que a vontade de ganhar está sempre presente, mesmo em um amistoso no qual há diversos aspectos além do vencer ou ser derrotado a serem trabalhados.
É importante fazer esses jogos. No primeiro, contra o Vasco, eu não estava aqui, fiquei sabendo que havia apenas três dias de treinos. Já nesse tem um tempo maior de treino, começa a pegar um conjunto. Vale mais para acertar o time, escutar e executar o que o treinador quer para fazer as coisas acontecerem. O mais importante é entrosar a equipe porque durante a competição não podemos errar. Mas é claro que a gente quer ganhar, sempre, deseja Michel.








