ADJF pega Taubaté pelas quartas
A ADJF/Independência Trade/MRS enfrenta hoje o maior desafio de sua história. Classificada pela primeira vez para as quartas de final da Liga Nacional de Handebol Masculino, a equipe juiz-forana terá que se superar para seguir na competição, já que enfrentará às 19h, no Ginásio da Emecal, em Taubaté, a força do TCC/Unitau/Fecomerciários/Taubaté, atual tricampeão do Pan-Americano de Clubes e base da Seleção Brasileira.
“Taubaté não é só uma referência no Brasil, mas a equipe mais forte da América do Sul”, afirma o técnico da ADJF, Carlos Dias. “É a equipe a ser batida no país. Somos uma equipe jovem, de um estado que está voltando ao cenário nacional. É o jogo que qualquer atleta de alto nível quer disputar, jogar contra os melhores. Será o nosso maior desafio.”
Líder com 100% de aproveitamento na chave B durante a primeira fase da competição, o Taubaté não é reconhecido por acaso. A equipe paulista conta com mais de uma dezena de atletas comumente convocados para as seleções brasileiras principal e de base. Por esse motivo, a ADJF transfere o peso da responsabilidade da vitória para o adversário. “Temos que tirar a ansiedade do nosso grupo. Temos que fazer o nosso melhor jogo, independente do resultado, saindo de quadra sabendo que jogamos muito bem e fizemos o nosso melhor. A responsabilidade do jogo não é nossa, mas sim de Taubaté”, diz Carlos Dias.
Contando com jovens promessas do handebol brasileiro, a ADJF se mostra pronta para surpreender, mirando o calcanhar de Aquiles do adversário. “Fizemos a final dos Jogos de Minas Gerais e uma atuação muito ruim, mas vencemos por um gol de diferença. A equipe de Mariana entrou altamente motivada, jogamos achando que éramos favoritos absolutos, e o jogo foi se complicando. Venho falando para os atletas: ‘agora nós somos Mariana fazendo a final contra Juiz de Fora’. Vamos pegar Taubaté, e é um jogo só. Temos que fazer o nosso melhor jogo. Eles acham que vão ganhar fácil. O jogador de alto nível não vai falar isso, mas ele tem conhecimento do seu poderio. Para eles seria uma tragédia uma vitória nossa, e para nós, seria a consagração”, finaliza Carlos Dias.









