Médicos protestam e não descartam paralisação em JF

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Eles advertiram os planos com cartões amarelos
Com cartões amarelos em punho, médicos credenciados a operadoras de planos de saúde em Juiz de Fora realizaram ato nesta quarta-feira (25), Dia Nacional de Advertência aos Planos de Saúde. Apesar de não terem interrompido o atendimento aos segurados na cidade, a categoria não descarta a possibilidade de cruzar os braços em julho, caso não exista abertura de negociação sobre o reajuste dos honorários ainda neste primeiro semestre.
A possibilidade foi levantada pelo presidente do Sindicato dos Médicos, Gilson Salomão. Segundo ele, o valor médio pago por consulta varia entre R$ 34 e R$ 50 e está muito aquém dos R$ 80 pleiteados. A categoria reivindica, ainda, a definição de data-base para atualização dos valores, o credenciamento não unilateral e o fim da interferência "antiética" na atuação profissional, com a recusa não justificada de liberação dos procedimentos.
De acordo com o Sindicato dos Médicos, cerca de 1.500 profissionais estão credenciados a planos e atendem a, pelo menos, 150 mil pessoas na cidade. O protesto foi realizado em parceria com Conselho Regional de Medicina (CRM) da Zona da Mata e Associação Médica de Juiz de Fora.









