Ceasa tem 95% de caixas plásticas
Com o início da obrigatoriedade de utilização de caixas plásticas para armazenamento e transporte de alimentos, o entreposto Juiz de Fora da CeasaMinas contabiliza 95% de adesão dos produtores. Os 5% restantes, afirma o órgão, são embalagens de madeira e papelão de primeiro uso, também permitidas de acordo com a Instrução Normativa 9 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Há cerca de um mês, foi inaugurado o Banco de Caixas em Juiz de Fora, setor responsável por locação, recebimento, higienização, estoque, entrega e padronização das embalagens. O mercado já absorveu bem a ideia. Produtores, comerciantes e, principalmente, compradores entenderam que a embalagem de plástico padronizada e higienizada é mais vantajosa, afirma o gerente da unidade, Reinaldo Machado. Segundo ele, apenas quem colheu a mais do que o previsto, e não tinha caixas plásticas suficientes, levou o produtos em embalagens de madeira. Teve produtor que veio com 170 caixas plásticas e duas de madeira, exemplificou.
Segundo a Ceasa, para os consumidores, a principal vantagem da caixa plástica é contar com maior proteção do produto, evitando contaminação, já que existe limpeza a cada uso. Para o presidente da Associação dos Produtores da CeasaMinas – Juiz de Fora, Élcio Miguel Ferreira, um problema são as filas formadas no galpão onde existe a higienização, que atrasam o trabalho dos produtores. As caixas são ótimas, mas estou chegando mais tarde em casa, reclama. O gerente da Elo Higieniza, Edinilson Soares, reconheceu a existência das filas, mas garantiu que haverá reforço no número de funcionários para otimizar o atendimento. A Elo Higieniza venceu a licitação para operar o Banco de Caixas. No primeiro mês de funcionamento, foram higienizadas, em média, 5.600 caixas por dia de mercado.










