Novas regras para estimular concorrência
São Paulo (ABr) – O Governo federal vai estipular regras para a participação de empresas nos aeroportos que serão concedidos à iniciativa privada para estimular a concorrência entre os terminais. Empresas vencedoras da concessão de um aeroporto, por exemplo, não poderão administrar um outro terminal concedido. Essa proposta foi apresentada ontem a empresários, pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, em reunião na sede da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib). Bittencourt explicou a potenciais investidores detalhes da concessão dos terminais e disse que esse processo vai privilegiar a competitividade. O ministro afirmou que o Governo deve usar parte dos recursos arrecadados com a concessão de aeroportos à iniciativa privada para custear outros terminais aéreos menos movimentados. Ele disse que uma parcela do dinheiro dos leilões de concessão pode ir para o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), criado este ano justamente para ser fonte de recursos para os chamados aeroportos regionais. Incremento de 30% na venda nas papelarias Na volta às aulas do segundo semestre letivo, o Sindicato do Comércio (Sindicomércio) espera alta de 30% nas vendas nas papelarias de Juiz de Fora na comparação com os outros meses do ano. Para a entidade, durante este mês, acontece uma "mini-volta às aulas", caracterizada pela reposição de material escolar. Entre os itens mais procurados estão lápis, canetas, borrachas e cadernos. Para o Sindicomércio, cerca de 70% dos itens da lista pode ser adquirida neste período. Terceirizados protestam por rescisões contratuais Dezenas de funcionários da Garra Telecomunicações, terceirizada que prestava serviços para a Cemig em todo o estado, realizaram manifestação ontem, na porta da companhia. O motivo, segundo o presidente do Sindicato dos Eletricitários, José Emanuel Esteves, era a falta de pagamento das rescisões contratuais de cerca de 180 trabalhadores e de salários atrasados. "Alguns estão há dois meses sem receber. Eles vão ter que buscar os direitos na Justiça." Segundo a assessoria da Cemig, o contrato da companhia com a Garra foi suspenso devido a questões como má qualidade do serviço e segurança. Ainda de acordo com a assessoria, a Cemig está intermediando o contato, já que a empresa não fornece informações aos ex-funcionários. Outra empresa já assumiu as atividades e iniciou as contratações. O gerente de engenharia da Garra, Márcio Goulart, confirmou o atraso no pagamento das rescisões, mas não informou quando os débitos serão pagos.









