‘A mensageira’ é opção para quem quer ação
Olga Kurylenko encarna uma motogirl capaz de acabar com os planos de uma organização criminosa liderada pelo personagem de Gary Oldman


Uma motogirl se mostra forte e esperta o suficiente para acabar com os planos de uma das maiores organizações criminosas de Londres. Em “A mensageira”, filme em exibição nas salas de cinema de Juiz de Fora, Olga Kurylenko interpreta essa mulher que se define, simplesmente, como “mensageira”.
Ezekiel Mannings, interpretado por Gary Oldman, é o chefe da organização. Preso pelo FBI, a única forma de ele se livrar da prisão é exterminar a testemunha que iria depor contra ele em Washington DC: Nick Murch, que, ainda, está sob proteção em uma casa secreta. Para romper essa barreira, os criminosos encaminham uma bomba ao endereço. A encarregada pela entrega, mesmo sem saber, é a mensageira, que, até então, estava vivendo um dia como qualquer outro.
Ela acaba descobrindo os planos, entende que sua última entrega é uma bomba e decide proteger Nick. Vigiados pelo bando de Mannings e pela própria polícia, que acompanha cada passo da dupla, eles enfrentam de tudo. Os personagens chegam a duvidar da personalidade e da origem da mensageira – que dá mais dor de cabeça que o tal Nick Murch.
O filme promete ação atrás de ação. Tanto que, durante as gravações do longa, que duraram breves 18 dias, Gary Oldman afirmou que esse foi o papel mais fisicamente intenso de sua carreira. Quem assina a direção é Zackary Adler.










