Primeiro Plano anuncia premiados da 12ª edição
Levando mais de 3 mil espectadores ao cinema da última segunda-feira até este sábado, o Primeiro Plano- Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades anunciou, na noite deste sábado (30), os filmes premiados em sua 12ª edição. Na mostra competitiva nacional, que teve 24 inscritos neste ano, o curta Au revoir, de Milena Times, foi eleito Melhor Filme, levando R$ 6 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da empresa Naymar; R$ 2mil do Prêmio Luzes da Cidade, serviços de finalização do filme na Link Digital e 10 horas de mixagem.
Grande campeão da noite, Au revoir brilhou também nas categorias de Melhor Direção, premiando Milena; Melhor Concepção Fotográfica, para Pedro Sotero; Melhor Direção de Arte, para Thales Junqueira; e Melhor Atriz, para Rita Carelli. O pacote, de Rafael Aidar, que também assina o roteiro, abocanhou as categorias Melhor Roteiro; Melhor Trilha Musical, para Gustavo Vellutini; e Melhor Ator, para Jeferson Brito. A Melhor Concepção Sonora foi para Bruno Salles, por Fogo-pagou, e o filme também teve, na visão do júri, o Melhor Primeiro Plano, categoria especial que premia a melhor cena de abertura. André Sampaio foi contemplado com a Melhor Montagem, por Esse coração que me resta. Houve uma menção honrosa para Antes de palavras, de Diego Carvalho Sá, pela busca de uma linguagem cinematográfica que ressalta qualidades técnicas e artísticas, segundo os jurados e para O amor que não ousa dizer seu nome, de Bárbara Roma, pelo olhar sensível sobre a temática, que humaniza as personagens e por sua abordagem estética. Ainda na disputa nacional, o Júri Popular elegeu Esse coração que me resta, de Marcella Jacques, como o Melhor Filme, premiação que ficou para Relíquia, de Renata Diniz, na visão do Júri Popular Infantil. O escolhido do Júri Jovem foi O Tanatopraxista, de Eduardo Melo e Mariana Bardan, com menções honrosas para Lembrança de Maura, de Bruna Lessa, e O pacote, de Rafael Aidar.
O Prêmio Incentivo Primeiro Plano, que premia os melhores curtas da região, ficou para Sopa, de João Mateus Cunha, levando R$ 5 mil, que serão utilizados na produção de um novo curta-metragem, R$6 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da empresa Moviecenter, serviços de finalização do filme na Link Digital, empréstimo de câmera digital, kit de lentes e acessórios e quatro horas de mixagem. Houve uma menção honrosa para A ratoeira, de Diego Casanovas, pelas qualidades técnicas e pelo domínio da linguagem audiovisual. Na visão do Júri Popular, a melhor produção foi Boniek Bauer, de Ana Clara Nunes Roberti. Já os R$ 5 mil em dinheiro do 1º Prêmio BraChiLab, referente a um laboratório realizado com realizadores brasileiros e chilenos no festival, ficou para A marca do lobo, de Bárbara Roma. Já prêmio Zé Sette, que independe dos votos dos júris, popular e especializado foi para Os carunchos do deserto, de Pedro Salim, eleito por cineastas das antigas, que participam do evento desde sua criação.









