Sempre Preta
No domingo antes do carnaval, mais de 400 mil foliões, segundo dados da Polícia Militar carioca, se reuniram na Praia de Ipanema para ver a banda passar. Não era uma banda qualquer. O bloco em questão era o de Preta Gil, que entrou de vez para a história da folia na Cidade Maravilhosa e, claro, para a agenda corriqueira de eventos pelo Brasil. Um dos trechos que virou bordão nas redes sociais, O Rio é lindo, e a noite é preta, intitulou o nome do show da cantora, de volta a Juiz de Fora hoje.
Prometendo lançar os efeitos de seus sinais de fogo, como diz a canção homônima de Ana Carolina, Preta Gil é o pontapé da sequência de atrações de final de ano do Privilège, que fecha suas portas por aqui após a noite de Natal, retornando no dia 3 de março de 2012. A Noite Preta retrata a minha personalidade musical, meu ecletismo, meu gosto e meu respeito pela Música Popular Brasileira, que, para mim, abrange desde Caetano Veloso e Gilberto Gil até Gaviões do Forró e Psirico, passando por Perlla e Kelly Key, explica a cantora, recorde de público na temporada 2011 do espaço e a atração mais pedida pelos seguidores da casa no Twitter e Facebook.
O show, registrado em DVD e apresentado na cidade em julho deste ano, segue a linha do ecletismo musical de Preta Gil. Entre as 17 faixas, ela lançou duas inéditas: Stereo e Meu valor. Entre as já conhecidas, Sinais de fogo, Andaraí, Muito perigoso, até sucessos imortalizados por Kelly Key (Baba baby), Perlla (Tremendo vacilão), Seu Jorge (São Gonça), Aviões do Forró (Chupa que é de uva), Maria Bethânia (Cheiro de amor), Psirico (Toda boa), Lulu Santos (Tempos modernos), Paralamas do Sucesso (Lourinha Bombril) e Xuxa (Doce mel).
Segundo a artista, esse será mais um ensaio para sua performance frente à multidão novamente aguardada uma semana antes do carnaval na Praia de Ipanema em 2012.
Parceiros na vida amorosa, Josy Oliveira e Daniel Ramos decidiram levar a convivência para o palco. Em busca de sintonia sonora, os músicos apostaram na criação do projeto No mínimo 3. Resultado de uma série de coincidências com o algarismo 3, a proposta descreve um trabalho acústico diferenciado, com releituras inovadoras de grandes sucessos do pop nacional e internacional, além de canções autorais, adianta Josy, convidada a se apresentar no Réveillon da cidade de São Paulo este ano. Ela informa que, além de cantar, vai tocar piano, violão e dar sua canja com castanholas e pandeiro. Já Daniel, baterista da banda Áries, solta as mãos no cajon, bongô e em outros instrumentos de percussão. Acompanhados pelo guitarrista Eric Matern (membro fundador do 4uarteto Visconti), a dupla promete muito mais que três motivos para animar a abertura da noite no Café da Mata. No segundo piso, o DJ Kureb divide a pickup com Amanda Chang, enquanto o DJ residente Sandro Valente faz as honras da casa no pub.
PRETA GIL
Hoje, às 23h
Privilège
(Rua Eng. Gentil Forn 1.000)
3257-5600
No Café da Mata: Mínimo de 3









