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Baldes e panos de chão compõem o cenário


Por MARISA LOURES

20/01/2016 às 07h00- Atualizada 28/01/2016 às 13h59

Tombado como patrimônio público, prédio da Câmara Municipal sofre com goteiras no período chuvoso (Fotos: Fernando Priamo)

Tombado como patrimônio público, prédio da Câmara Municipal sofre com goteiras no período chuvoso (Fotos: Fernando Priamo)

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Desde que a temporada de chuvas começou, o prédio da Câmara Municipal de Juiz de Fora vem sofrendo com fortes goteiras. Baldes e panos de chão estão espalhados pelos corredores do imóvel, que teve fachada e volumetrias tombadas como patrimônio público municipal em janeiro de 1983. Na semana passada, em um dos dias mais críticos, durante a sessão do plenário, o painel eletrônico parou de funcionar, assim como a TV Câmara, que ficou fora do ar por um período de duas horas. Em alguns pontos, são visíveis as marcas de infiltração nas paredes. De acordo com o assessor especial de engenharia da casa, Marcelo Paiva de Souza, já estão sendo realizadas intervenções emergenciais.

Souza reconhece que as constantes chuvas podem causar danos na pintura, paredes, pisos e madeiras. “No momento, com nossas próprias forças, estamos fazendo uma atuação pontual para amenizar o problema. Paralelamente a isso, estamos desenvolvendo um projeto para a contratação de uma empresa especializada que vai atuar em toda a parte da cobertura da Câmara e do anexo. Nosso esforço é para que o processo seja disparado, de hoje para amanhã, dentro dos parâmetros de contratação normal da casa, mas que seja feito de uma forma mais ágil”, afirma ele, ressaltando que, na cobertura, será instalado o mesmo modelo de telha já utilizado.

Também dentre os projetos de intervenção no espaço, está o desenvolvimento de reforço estrutural do assoalho, além de reestruturação da rede elétrica, lógica e de telefonia. “O reforço do assoalho se faz necessário devido ao desgaste natural da estrutura, que é muito antiga, ao tempo de uso e às novas solicitações dos últimos tempos.”