Domingo é dia de feira
Não há quem não tenha se aventurado, ao menos uma vez, pelas quinquilharias vendidas na Feira da Avenida Brasil, na margem do Rio Paraibuna. A feira e seus personagens vão marcar território a partir de hoje na Galeria Dnar Rocha, no Cultural Bar, na exposição Feira marginal, do repórter e fotógrafo Lodônio Di Figueiredo. A abertura, às 22h, integra as comemorações do aniversário da casa, que recebe também o show da banda australiana Jarrah Thompson para convidados.
A mostra consiste em um ensaio fotográfico, manipulado digitalmente, que retrata fragmentos do espaço urbano na ótica do não cotidiano. A fotografia sempre foi o meu canto e grito, conta Figueiredo. A proposta é explorar ferramentas digitais simples para o aproveitamento das suas potencialidades na representação gráfica. O trabalho foi desenvolvido com câmera digital amadora.
Vindos diretamente de Melbourne, os australianos do Jarrah Thompson aterrissam hoje no Cultural. Com som que remete ao rock da década de 1960, o show inclui ilusionismo, artes plásticas e cênicas, e os músicos prometem recriar a atmosfera dos grandes festivais. A intenção é mostrar a marca registrada da banda, na qual flauta e percussão se fundem à guitarra.
Na primeira vez que o grupo esteve no Brasil, em 2010, o vocalista e guitarrista Jarrah Thompson admitiu seu apreço pelo país inúmeras vezes, enquanto divulgava Stargazer e se hospedou na cidade paulista de Rio Claro. A influência da passagem por terras tupiniquins foi tamanha que o mais recente álbum da banda foi todo gravado por aqui e leva no título a homenagem à cidade. Rio Claro conta com 12 faixas, sendo que uma delas, Dardy blues, é cantada pela flautista Asha Henfry.
Antes dos australianos, a banda Mithra apresenta sua mistura de artistas como Kansas, Phill Collins, Toto, Scorpions, Roxette, Heart, Survivor e Guns n’ Roses. Saindo do rock, o encerramento da noite tem show do Sambavesso, que foca em releituras de grandes nomes da música brasileira, como Chico Buarque e Assis Valente.









