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Indefinição sobre regras de motoboys


Por Tribuna

26/07/2011 às 17h56

A polêmica em relação à nova lei que trata sobre os motoentregadores continua. Nesta terça-feira (26), apesar de ter havido uma reunião, na Câmara Municipal, com representantes da Settra, polícias Civil e Militar, associações dos trabalhadores de motoentregas e vereadores, não houve consenso em relação à cobrança das novas exigências. Segundo o capitão Mário Polidoro, que esteve presente representando a PM, a definição em relação à fiscalização só será possível após comunicação do comando de Belo Horizonte. Segundo ele, os comandos regionais se encontraram para discutir o assunto na capital mineira. Assim que houver resposta sobre a decisão, nova reunião será agendada.

Os motoentregadores questionam a necessidade do pagamento de taxa antecipada de R$130 para o curso obrigatório e a compra de todos os equipamentos de uma só vez, como antena corta-fio, mata-cachorro, baú e capacete com fitas refletivas, que passariam a ser cobrados no próximo dia 2. Os vereadores proponentes da reunião, Isauro Calais (PMN) e Julio Gasparette (PMDB), pedem que a fiscalização comece só no fim de 2011, e a cobrança do curso aconteça dentro de um ano, com pagamento da taxa somente no início do curso. Outro questionamento é em relação à falta de vagas no curso. Entretanto, a coordenadora do Sest/Senat, Gisele Franco, enfatizou que a demanda tem sido menor que a capacidade do órgão, que é de 120 alunos por semana. A primeira turma de motofretistas formou apenas 16 condutores. A segunda começou com apenas sete alunos, enquanto havia disponibilidade para mais 23.