Homem é preso por favorecimento à prostituição
Um homem de 30 anos foi preso, na tarde desta sexta-feira (14), pela Polícia Civil pelo crime de favorecimento à prostituição. Ele e quatro mulheres, todas maiores de idade, foram flagrados pelos policiais da 6ª Delegacia Distrital em um apartamento na Avenida Francisco Bernardino, no Centro de Juiz de Fora. Um cliente, 54, que estava no local, também foi conduzido para a delegacia, em Santa Terezinha, onde foi constatado que havia um mandado de prisão em seu desfavor expedido pela 3ª Vara Criminal da cidade. No imóvel, que era utilizado para encontros, os investigadores apreenderam R$ 2.050, 16 aparelhos de celular, diversas embalagens de preservativos e um notebook com fotos, que eram utilizadas em um site para divulgação dos programas oferecidos pelas mulheres. Uma agenda com a contabilidade do negócio e com nomes e contatos também foi recolhida no local.
De acordo com o investigador, Rogério Marinho, no imóvel havia três quartos. Um deles ficava para o dono do apartamento, suspeito de favorecimento à prostituição. Os outros dois eram destinados aos programas, que custavam R$ 60. Ainda segundo o investigador, as mulheres relataram que a casa funcionava, diariamente, a partir das 10h, com cada uma atendendo de quatro a sete clientes por dia. A investigação policial teve início há 15 dias, quando a delegacia recebeu denúncias anônimas sobre exploração sexual no local. Além disso, a movimentação de fregueses e pessoas suspeitas incomodava moradores e vizinhos no entorno do apartamento, ressaltou o investigador, acrescentando que a apuração contou com seis policiais.
O homem preso no apartamento foi autuado pelo crime de favorecimento à prostituição, por manter estabelecimento onde ocorre exploração sexual. A pena para o delito é de até cinco anos de prisão. As mulheres, até o fechamento desta edição, prestavam depoimentos. Após serem ouvidas, elas seriam liberadas. Já o cliente flagrado no local teve o mandado de prisão cumprido. A investigação ainda concluiu que a casa de prostituição funcionava no local há sete anos, com uma alta rotatividade de mulheres.








