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Pontos de ônibus sem conforto


Por Tribuna

08/07/2012 às 07h00

A falta de cobertura em pontos de ônibus se tornou motivo recorrente de reclamações de usuários do transporte urbano, tanto nos bairros quanto na área central da cidade. A comunidade se queixa da falta de conforto e, principalmente, do fato de enfrentar chuva e sol na espera pelos coletivos. A doméstica Maria Aparecida Batista reclama que é preciso contar com a sorte para não ter aborrecimentos. O jeito é recorrer à sombrinha. Quem depende de ônibus aqui sofre com este tipo de situação, diz, referindo-se a um dos pontos da Avenida Itamar Franco , no Cascatinha.

No Bairro Santos Dumont, Zona Oeste da cidade, a falta de proteção nas paradas também causa protestos. Acredito que falta iniciativa da população para pedir soluções. Já era hora de serem instalados pontos cobertos aqui, mas parece que isto está longe de ocorrer, avalia o mecânico Belmiro de Souza Silva, morador do bairro Ipiranga, que trabalha na Cidade Alta e utiliza o transporte coletivo. A dona de casa Esmeralda Pinto da Silva, residente no Santos Dumont, comenta que a falta de estruturas com proteção é situação comum. Na minha rua (Álvaro José Rodrigues) não existe nenhum ponto coberto. Quando chove, a população fica sem ter como se proteger. É um sacrifício.

Por meio da assessoria de comunicação, a Settra informa que pretende reaproveitar as coberturas instaladas na Avenida Rio Branco, que foram trocadas pelas novas estruturas em aço. A previsão é de que esse trabalho seja realizado após a conclusão das obras de reestruturação urbanoviária na Rio Branco. A Settra ainda trabalha na definição dos locais que poderão receber os módulos, considerando que as calçadas devem ter largura compatível com o modelo, e que o proprietário do imóvel em frente ao local onde o ponto será instalado precisa estar de acordo com a intervenção.