Campanha ainda tímida nas redes sociais
Grande diferencial para as eleições deste ano, as redes sociais ainda são um terreno incerto. Tanto para candidatos, como para a própria Justiça, o ambiente virtual é uma novidade e será, pela primeira vez, acompanhado de perto pelos eleitores. Apesar de a campanha na internet já estar liberado, mas não ter começado de fato, a Tribuna visitou o perfil dos candidatos ao Executivo juiz-forano.
Os responsáveis pela comunicação dos seis candidatos à Prefeitura ainda trabalham para criar os perfis oficiais de campanha. Enquanto não há definição, é possível acompanhar a atuação de cada um em suas páginas pessoais. Os links para as contas de cinco concorrentes no Facebook, por exemplo, já estão disponíveis na capa do site.
Mais antenado com o ambiente virtual, Bruno Siqueira já é, apesar da idade, um veterano no Facebook. Dos cinco postulantes à PJF com conta na rede social criada pelo norte-americano Mark Zuckerberg, o peemedebista aparece como o mais "popular", com 5.301 amigos até o início da noite desta sexta-feira (6). Quando um perfil ultrapassa a marca de 5 mil solicitações de amizades, começa a sofrer restrições. Por isso, o nome do candidato na página aparece como "Bruno Siqueira Lotado". Mas é possível identificar outros dois perfis que levam o nome do deputado na rede relacionamentos, totalizando mais de 11 mil amigos.
Se Bruno Siqueira (PMDB) é o campeão de solicitações de amizades em seu perfil no Facebook, o prefeito Custódio Mattos, candidato à reeleição pelo PSDB, aparece na segunda colocação. O tucano tinha 4.201 amigos até o início da noite de ontem em sua página pessoal. Em seguida aparecem Margarida Salomão (PT), com 650; Victória Mello (PSTU), com 272; e Laerte Braga (PCB), com 49.
Os responsáveis pela campanha de Marcos Aurélio Paschoalin (PRP) não divulgaram o perfil pessoal do candidato. Seu nome também não é encontrado no serviço de busca disponível na rede de relacionamento. Paschoalin já admitiu que planeja explorar as ferramentas disponíveis na internet, mas pretende mesmo intensificar o que chama de "velha política", priorizando o contato com o leitor fora do ambiente virtual.








