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Famílias se reúnem pela primeira vez após incêndio


Por Tribuna

04/11/2011 às 12h25

Atendimento personalizado começa na segunda

Atendimento personalizado começa na segunda

Pela primeira vez após o incêndio que parou Juiz de Fora no dia 24 de outubro, as famílias desabrigadas do prédio vizinho ao Castelo da Borracha e à zona de impacto das chamas, se reuniram com representantes da Secretaria de Assistência Social (SAS), que realizou o cadastramento de sete famílias para auxílio. Na próxima segunda-feira (7), essas sete famílias terão um atendimento personalizado, que irá definir o grau e as necessidades de cada uma. Em contato com a assessoria da SAS, foi adiantado que esse auxílio poderá vir de várias maneiras, como moradia provisória, auxílio aluguel e encaminhamento para políticas sociais.

Uma das famílias já solicitou a moradia provisória e será encaminhada para uma residência da Prefeitura, já utilizada para abrigamento de outra família desabrigada pelo incêndio. "No caso do auxílio-aluguel, embora exista uma fila de espera, em um caso extraordinário, como esse, a negociação será simplificada", disse a assessoria. O órgão também informa que, se por ventura, alguma outra família não tenha participado da reunião, pode se dirigir para a SAS e solicitar o encontro.

Demolição

Na reunião, a Defesa Civil também explicou o motivo da interdição do prédio e, orientou para os moradores da parte frontal da edificação, que não corre risco em relação ao perigo de desabamento ou da demolição da parte traseira do Castelo da Borracha, que, após uma verificação da parte elétrica da residência, elas poderão retornar para suas casas. Essa verificação técnica será contratada pelos moradores, mas os custos serão da Prefeitura. Sobre a demolição, a decisão cabe aos proprietários. Oficialmente, nenhuma notificação foi entregue à Secretaria de Atividades Urbanas (SAU). O prazo inicial para essa notificação se encerra no final desta sexta-feira (4).