A Medicina de que o mundo precisa começa antes do jaleco

Em um cenário cada vez mais tecnológico, com exames rápidos e diagnósticos precisos, existe algo que nenhuma máquina substitui: o humano


Por Suprema

23/03/2026 às 09h49- Atualizada 23/03/2026 às 11h14

Nem sempre a Medicina começa no primeiro dia de aula. Às vezes, ela nasce antes: em um incômodo silencioso diante da dor do outro. Na vontade de entender, de cuidar, de estar presente.

Em um cenário cada vez mais tecnológico, com exames rápidos e diagnósticos precisos, existe algo que nenhuma máquina substitui: o humano.

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Acadêmica Aline Tinoco, do 9º período

O olhar que acolhe. A escuta que acalma. O gesto simples de segurar a mão de alguém em um momento de medo. É essa Medicina mais sensível e próxima que forma profissionais capazes de transformar não apenas diagnósticos, mas experiências de vida.
“Pequenos gestos fazem diferença”, conta a acadêmica Aline Tinoco, do 9º período. “Um olhar atento, uma escuta com calma ou uma palavra de acolhimento podem mudar completamente a experiência do paciente.”

Aline não começou sua trajetória na saúde. Antes, construiu carreira na área de tecnologia. Com o tempo, percebeu que queria estar mais próxima das pessoas. “Decidi recomeçar e seguir o sonho que sempre esteve presente.”

Hoje, já no ambiente hospitalar, a rotina traz aprendizados que vão além da técnica. Durante um plantão em obstetrícia, viveu um dos momentos mais marcantes da sua formação.

“Uma paciente estava em crise de ansiedade após um procedimento. Eu me aproximei, comecei a conversar, perguntei sobre a família e segurei a mão dela. Aos poucos, ela foi se acalmando.”

Pode parecer simples, porém, naquele momento, fez diferença. “Foi ali que percebi que cuidar também é estar presente.” Se o cuidado aparece nos pequenos gestos, ele também ganha significado nas experiências que conectam propósito e prática.

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Lucas Vital, do 7º período

Para o acadêmico Lucas Vital, do 7º período, a escolha pela Medicina tem origem em uma história pessoal. “Essa é uma pergunta que muitos estudantes têm dificuldade de responder: por que, entre tantas outras, escolhemos uma carreira tão exaustiva? Sempre tive interesse pelas áreas de humanas e naturezas, mas minha escolha teve influência direta da minha avó, Zilda.”

“Mesmo sem oportunidades de estudo formal, ela foi a primeira a enxergar o poder libertador do conhecimento, me incentivando a buscar o estudo como forma de transformar a própria realidade e a dos outros. Para mim, esta é a lógica da Medicina: sanar a dor do outro por meio do conhecimento.”

Hoje, já em fase mais avançada da graduação, Lucas vivencia na prática aquilo que antes estava apenas nos livros, inclusive em situações de urgência. Recentemente, durante estágio no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Juiz de Fora, integrou a equipe que atendeu uma ocorrência de afogamento. Ao chegar ao local, a vítima já estava em parada cardiorrespiratória, exigindo ação rápida, trabalho em equipe e decisões sob pressão. A experiência ajudou a dar outra dimensão ao aprendizado.

“O que mais tem me marcado é perceber as nuances do cuidado. Existe uma distância e, ao mesmo tempo, uma conexão entre o ideal teórico que estudamos e o que é possível fazer na prática pelo paciente que está à sua frente.”

Essa compreensão se constrói no dia a dia. “Boa parte desse processo vem tanto da vivência no Samu quanto dos atendimentos hospitalares. É ali que a gente entende o que significa cuidar.”

E, muitas vezes, esse cuidado vai além de qualquer protocolo. “Já presenciei situações em que ficou claro que oferecer atenção, escuta, presença e acolhimento pode ser tão importante quanto uma ação médica baseada na melhor evidência.”

A decisão de fazer Medicina envolve propósito, responsabilidade e presença. Porque a Medicina de que o mundo precisa não começa no diploma. Começa na decisão de cuidar.

E toda grande jornada começa com uma escolha: a sua.

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Inscrições e mais informações:
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