Tecnologia, cuidado, prática e humanização: a essência do curso de Medicina da Suprema
PUBLIEDITORIAL
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora se consolida como referência nacional ao oferecer uma formação completa, inovadora e voltada para diferentes frentes de atuação na Medicina

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Adicionar Tribuna de MinasFormar médicos preparados para os desafios contemporâneos da saúde exige mais do que teoria. É necessário unir tecnologia de ponta, experiências práticas desde os primeiros períodos e, sobretudo, a valorização da dimensão humana do cuidado. Essa é a proposta da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora, que se consolida como referência nacional ao oferecer uma formação completa, inovadora e voltada para diferentes frentes de atuação na Medicina.
Nos últimos anos, a instituição investiu em laboratórios de habilidades profissionais e simulação realística, que permitem aos estudantes vivenciar cenários próximos da prática médica, treinando procedimentos em um ambiente com recursos tecnológicos e inovadores. Outro destaque é o Cadáver Lab, com utilização de cadáveres preservados pelo método fresh frozen, técnica que mantém as características originais dos tecidos. A Suprema é uma das poucas instituições de graduação no Brasil a oferecer essa experiência, que proporciona aos alunos uma vivência anatômica e cirúrgica muito próxima da realidade.

A formação também é fortalecida por metodologias que estimulam a integração entre teoria e prática. Um exemplo é o Programa Integrador (PI), realizado em parceria com a Prefeitura Municipal de Juiz de Fora (PJF). Nele, os estudantes de todos os cursos da Suprema participam de ações em Unidades Básicas de Saúde e visitas domiciliares às famílias cadastradas, acompanhando de perto os desafios da atenção primária. Para os estudantes, é a chance de construir experiência desde cedo em cenários cotidianos de cuidado à comunidade. Para a comunidade, significa acesso ampliado à saúde e à prevenção de doenças.
Além da atuação comunitária e dos laboratórios, os estudantes contam com vivências em campo no Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ), Hospital de Ensino conveniado à Suprema e referência regional no atendimento a pacientes do SUS.

Outro diferencial do curso é o uso do Exame Clínico Objetivo Estruturado (OSCE), considerado uma das ferramentas mais eficazes de avaliação prática em saúde do mundo. O exame permite mensurar competências técnicas e comportamentais em situações clínicas simuladas, garantindo maior segurança na formação e preparando os futuros médicos para a complexidade do dia a dia ambulatorial e hospitalar.
A qualidade desse ensino rende frutos: recentemente, alunos de Medicina da Suprema foram finalistas do Prêmio Jabuti Acadêmico 2025, o “Oscar” da literatura brasileira, com um livro sobre saúde da mulher, reconhecimento que evidencia a excelência do trabalho desenvolvido na instituição.

Combinando tecnologia, prática e humanização, o curso de Medicina da Suprema vai além da sala de aula. Ele forma profissionais conscientes do seu papel social, tecnicamente preparados e comprometidos com a saúde da população, prontos para atuar em diferentes contextos da carreira médica.
“ A Suprema conta com uma infraestrutura impecável, cercada por laboratórios como instrumentos de alta tecnologia. Mas realmente seu grande diferencial está no corpo docente voltado para a prática de uma medicina humanizada, formando gente que gosta e cuida de gente.”
Dr. Juliano Machado, Coordenador do Curso de Medicina
“ Eu costumo dizer que o Programa Integrador não faz o estudante crescer apenas na profissão, mas também como pessoa. Ele reflete sobre a realidade do Brasil em saúde, percebe a importância do SUS e entende que há diferença entre o que está no papel e o que se encontra no dia a dia. Nossos alunos são muito carinhosos, se sensibilizam e criam vínculos. Esse momento toca tanto os estudantes quanto a comunidade”, afirma Cláudia Moura, coordenadora e professora do Programa Integrador.
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