Tarcísio de Freitas lidera em São Paulo, diz Genial/Quaest

De acordo com a Genial/Quaest, o governador Tarcísio de Freitas lidera as pesquisas, mas tem Fernando Haddad no retrovisor

Por Paulo Cesar Magella

Na terceira rodada de pesquisas envolvendo os dez maiores colégios eleitorais do país, a Genial/Quaest divulgou, na manhã desta quarta-feira, os números de São Paulo e da Bahia. No maior estado do país, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera, sem surpresa. Ele tem a preferência de 38% dos eleitores. O segundo lugar fica com o ex-ministro Fernando Haddad (PT), com 26%. Kim Kataguiri (Missão) é o preferido de 5%, mesmo percentual de Paulo Serra (PSDB). Os indecisos somam 13%, índice idêntico ao de votos branco/nulo e não vai votar.

Polarização se consolida entre os paulistas

De acordo com o pesquisador e diretor da Quaest, Felipe Nunes, o eleitor que declara voto em Tarcísio tem alta taxa de decisão: 61%. O mesmo acontece com o eleitorado que declara voto em Haddad (57%). Esse padrão, segundo ele, consolida a polarização em torno dos dois nomes. De acordo com a pesquisa, 54% já sabem que Haddad será o nome do presidente Lula, enquanto 45% já sabem que Tarcísio será o nome de Bolsonaro.

Vitória no segundo turno

No segundo turno, o governador seria eleito com 49% dos votos, contra 32% do candidato petista.

Tebet sai na frente na disputa pelo Senado

O desempenho da esquerda em São Paulo é melhor na corrida para o Senado. A ex-ministra Simone Tebet tem entre 14% e 15% da preferência dos paulistas, seguida do também ex-ministro Márcio França, com 12%. A ex-ministra Marina Silva tem o mesmo percentual. O nome da direita mais bem avaliado é Pablo Marçal, com 11%.

Empate técnico na Bahia na disputa pelo governo

Na Bahia, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) lidera a corrida ao governo com 41%, mas, considerando a margem de erro, está tecnicamente empatado com o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), preferido de 37% do eleitorado.

 

Paulo Cesar Magella

Paulo Cesar Magella

Sou da primeira geração da Tribuna, onde ingressei em 1981 - ano de fundação do jornal -, já tendo exercido as funções de editor de política, editor de economia, secretário de redação e, desde 1995, editor geral. Além de jornalista, sou bacharel em Direito e Filosofia. Também sou radialista. Meus hobbies são leitura, gastronomia - não como frango, pasmem - esportes (Flamengo até morrer), encontro com amigos, de preferência nos botequins.E-mail: [email protected] [email protected]

A Tribuna de Minas não se responsabiliza por este conteúdo e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação.

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Tribuna reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Tribuna levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.



Leia também