O Governo já se convenceu de que a aprovação da CPMF, ainda este ano, é praticamente impossível, pois a matéria não conta com o apoio do Congresso e nem dos prefeitos e governadores. A proposta, que só deve voltar à discussão no segundo trimestre de 2016, só terá efeito se for mudado o modelo de repasse. Hoje, a União ficaria com todo o recurso levantado, mas prefeituras e governos estaduais só tendem a pressionar seus deputados se entrarem no bolo. E deve ser esta a mudança, já que os demais entes da federação também estão sem recursos para administrar estados e municípios.
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