O outro lado
Embora haja dificuldades na formação de uma chapa única para disputar a presidência do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores, o grupo ligado à deputada Margarida Salomão não está tão pessimista, considerando que as últimas questões podem ser superadas. Garante que não houve vetos a nomes, pontuando que o vereador Roberto Cupolillo só não foi candidato por não ter aceitado. No caso de Martvs das Chagas, o impasse não era em torno de seu nome, mas da sua tendência, a Articulação. Se aceitasse mudar, seria o candidato. Tais representantes apontam, também, que já houve entendimento com o vereador Wanderson Castelar, que chegou a sair da mesa de articulações.
Pelo Senado
O próprio Castelar, no entanto, estaria envolvido também em outra missão. Ele considera que o prefeito Bruno Siqueira seria um candidato forte ao Senado em 2018 desde que se acertasse com o governador Fernando Pimentel e fizesse parte de uma dobradinha entre o PMDB e o PT. O primeiro ponto a ser resolvido, porém, é fazer Bruno mudar de lado no PMDB. Em vez de Toninho Andrade, vice-governador, ele deveria se afinar mais com o grupo do presidente da Assembleia, Adalclever Lopes.
Pode assumir
Só que o jogo político depende dos próprios acontecimentos. Um eventual afastamento do governador Fernando Pimentel, que já teve parte dos bens bloqueada pela Justiça Eleitoral, faz de Toninho Andrade o governador de Minas. E aí, as fichas mudam de lado. Num momento como esse, o melhor a fazer, dizem os conselheiros, é esperar para ver como é que fica.
Passe livre
Já está tramitando na Câmara projeto de lei do vereador Sargento Mello, acrescentando novos dispositivos à Lei 3.060, de 1968, sobre gratuidade no transporte coletivo municipal. O concessionário do serviço de transporte coletivo se obrigará a “conceder passe livre aos policiais e bombeiros militares devidamente fardados e armados, sendo eles desobrigados de passar pela roleta de cobrança e autorizados a adentrar o coletivo por qualquer de suas portas” e “conceder passe livre aos policiais civis, policiais e bombeiros militares, em serviço ou fora dele, que estejam em plena atividade e usando trajes, sendo eles obrigados a se identificarem, a passar pela roleta de cobrança e a adentrar o coletivo pela porta de entrada”.






