Uma das questões que podem entrar na agenda de Duque, e que durante a conversa com Wadson ainda não tinha sido definida, é a sucessão na universidade. Com a renúncia do reitor Júlio Chebli, na semana passada, o processo sucessório volta à estaca zero, com eleição prevista para o início do ano que vem. Como já houve uma gestão depois que deixou a Reitoria, o grupo de Duque está avaliando se ele pode, de novo, ser candidato, mas ainda não há um parecer. Mesmo assim, se não for, certamente ele estará na linha de frente das articulações para eleger o novo reitor. Conciliar essa jornada com a sucessão municipal será um ponto a ser discutido.
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