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Coluna 23 07:00:00-07-2011

Por PAULO CÉSAR MAGELLA

Sem espaço nas legendas de grande e médio portes, o ex-prefeito Alberto Bejani iniciou entendimentos para assumir a direção do diretório do recém-criado Partido da Transformação Social (PTS). Ele chegou a marcar uma reunião com possíveis correligionários na última semana, mas acabou adiando a conversa. Aos convidados para ingressarem na sua legenda, o ex-prefeito tem considerado a possibilidade de até lançar sua esposa, Vanessa Loçasso, como puxadora de votos. Isso considerando também seu retorno ao páreo como candidato ao Executivo, o que implicaria em mais alguns votos de legenda. O desconhecido PTS nasceu no Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Contagem (Sintrac) e tem o ex-dirigente da entidade Ronaldo Gualberto como presidente. Ex-militante político do PT e do PMDB, o dirigente quer afastar de sua legenda o rótulo de partido de aluguel.

NOVO PARTIDO

Outra sigla

A saída de Edson Fonseca, o Edinho, da Subsecretaria de Relações Institucionais da Prefeitura deve ter efeito devastador na recém-formada chapa de vereadores do PV. Sem as bênçãos do Executivo, muitos dos novos filiados já sinalizam com a possibilidade de procurar outra sigla governista mais prestigiada. Como não bastasse, o assédio dos partidos da base sobre bons concorrentes que haviam migrado para PV aumentou nas últimas horas.

Extraordinária

Com a possibilidade de o deputado Mauri Torres (PSDB) assumir a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) no dia 2 de agosto, o vereador e suplente de deputado Rodrigo Mattos (PSDB) trabalha com a hipótese de não mais participar de reuniões ordinárias na Câmara de Juiz de Fora. Vagando a cadeira de Mauri na Assembleia no primeiro dia do próximo mês, ele vai pedir uma reunião extraordinária ao presidente Carlos Bonifácio (PRB) para anunciar sua renúncia ao mandato de vereador.

Radar

Continua nas mãos do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) o edital de licitação nº 837.241, lançado pela Prefeitura no ano passado, para contratação de empresa prestadora de serviços de gerenciamento de radares. O edital foi denunciado pelo procurador-geral do Ministério Público, Glaydson Massaria, por permitir que os autos de infração lavrados por registro de imagens passassem pelo crivo da empresa contratada. O processo está na Coordenadoria de Análise de Editais e Licitação do TCE aguardando parecer.

Posicionamento

A Comissão de Radares da Câmara Municipal também aguarda posicionamento da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e da Settra. No relatório enviado aos dois órgãos e também ao TCE há mais de 20 dias, foram sugeridos o cancelamento do atual contrato firmado com a Engebrás, a empresa que hoje administra o sistema de radares na cidade, e mudanças na localização dos equipamentos que se encontram em locais de difícil visibilidade.

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