Morreu, nesta terça-feira, em Belo Horizonte, o médico Carlos Melgaço, um dos militantes mais notórios da Ação Popular (AP) nos anos 1960. Ele e sua mulher, Loreta, foram presos, torturados e condenados a três anos de prisão na Penitenciária Regional José Edson Cavalieri, em Linhares, além de terem os direitos políticos cassados. Melgaço foi membro da Comissão da Verdade, em Minas, e um dos personagens do filme dirigido pela professora Fernanda Sanglard para a própria comissão.
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