A Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas protestou contra iniciativa da Advocacia Geral do Estado que vai ajuizar Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a norma que estabelece promoção por tempo de serviço de soldado a cabo, quando o militar completar sete anos de exercício prevista na Lei Complementar 168, em vigor desde dezembro do ano passado. A informação foi dada pelo chefe de gabinete do Comando-Geral da PM, coronel Neyton Rodrigues, durante audiência pública na Comissão de Segurança Pública. O governador Romeu Zema chegou a vetar a norma, mas o veto foi derrubado na Assembleia.
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