Nos bastidores
Embora o prefeito Bruno Siqueira tenha dito a diversos interlocutores que só voltará a conversar sobre o primeiro escalão a partir de seu retorno de uma semana de férias, que começam no dia 23, as articulações estão em pleno curso, pois, além dos partidos, parceiros da atual gestão, incluindo deputados, pretendem, quando forem chamados, já ter sua lista de pedidos definida. Desta forma, mesmo que não tenham se encontrado com o prefeito, esses personagens fazem reuniões frequentes com seus apoiadores. Alguns nomes cotados dependem, inclusive, de discussão com seus partidos para ver se continuam ou não na legenda e em qual delas vão se filiar. Essa operação é estratégica para seu futuro.
Recesso
A Câmara começa na quinta-feira próxima o penúltimo período de reuniões da atual legislatura, mas irá direto, sem interrupção, até a primeira quinzena de dezembro – para fechar 2016 – em razão das festas de fim de ano. A matéria mais relevante é o orçamento da Prefeitura para o ano que vem, o que já faz com que os vereadores se reúnam para discutir as emendas que irão adicionar à mensagem. Também será um ciclo de despedidas para sete dos atuais 19 vereadores, por conta da não reeleição.
Utilidade
A Associação dos Médicos do Barulho, que tem intensa participação social na cidade, tornou-se de utilidade pública de Juiz de Fora. O Diário Oficial do Município publicou em sua edição de ontem a sanção do prefeito Bruno Siqueira ao projeto de autoria do vereador Antônio Aguiar. Desta forma, a entidade se habilita a receber repasses e participar de conselhos municipais.
Já sabia
Aconteceu o que já se previa. O relator da Comissão e Justiça da Assembleia, deputado Rogério Corrêa (PT), deu parecer contrário ao pedido de licença para o Superior Tribunal de Justiça julgar o governador Fernando Pimentel. Seu relatório deve ser votado na segunda-feira, antes do feriado, mas é praticamente certo que terá aprovação, uma vez que a oposição não tem votos suficientes para reverter o jogo. Quando a matéria chegar ao plenário, a situação vai se repetir, pois a autorização só será dada se 52 votos favoráveis forem dados, e é justamente esse o número de deputados da base aliada, enquanto a oposição só tem 22 parlamentares.






