Ao assinar a ordem de serviço para início das obras do Hospital Regional de Divinópolis, na última sexta-feira, que vão demandar recursos da ordem de R$ 40 milhões, o governador Romeu Zema antecipou o que, provavelmente, irá valer também para as demais unidades, como a de Juiz de Fora, espalhadas pelo estado. O modelo de operacionalização a ser adotado é o de Concessão de Uso à entidade privada sem fins lucrativos. A modelagem se dará por meio do instrumento jurídico de concessão de uso do imóvel que visa à seleção da entidade que se tornará a responsável pela prestação de serviços ambulatoriais e hospitalares de assistência à saúde no referido equipamento de saúde. O governador, de acordo com sua assessoria, revelou que a gestão da unidade de saúde será feita por uma Organização Social. “Temos optado por aquilo que funciona melhor, que são as OSs. É o que está acontecendo em todo o Brasil, temos diversos estudos que confirmam isso. Os municípios, os estados e o governo federal arcam, enviam recursos, e uma organização social cuida da execução dos trabalhos”, disse. Em cidades com gestão plena do SUS, também como Juiz de Fora, a definição do perfil assistencial será definida pela prefeitura.
A Tribuna de Minas não se responsabiliza por este conteúdo e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação.
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Tribuna reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Tribuna levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.





