A inserção do deputado Antônio Jorge Marques (PPS) na lista de pré-candidatos, caso o advogado Vítor Valverde decline da proposta de ser ele o nome articulado para disputar a cadeira de prefeito de Juiz de Fora – ele pediu prazo até março para se definir -, causou desconforto nos meios tucanos, pois, ao dizer que, em não sendo ele o postulante, poderia ser o parlamentar do PPS, a leitura que se fez foi de alguém que negociou um acordo que ainda não existe. Polido no trato, o presidente do diretório, Rodrigo Mattos, teria subido o tom ao comentar o episódio com interlocutores. “O Vítor ainda nem sabe se será o nosso candidato e já está negociando uma alternativa.” Os tucanos ainda não abriram mão da candidatura própria e lembram o recado do próprio senador Aécio Neves, durante conversa com lideranças, ao dizer que a eleição deste ano, em função da crise, vai demandar experiência. “Será uma eleição para ex-prefeitos”, teria comentado. O nome do ex-prefeito Custódio Mattos, portanto, não é uma peça fora do xadrez.
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