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O outro lado

Por Guilherme Arêas

Acusado de ter sido o pivô do entrevero na Câmara Municipal, no dia da eleição para a Mesa Diretora, o ex-vereador José Emanuel (PSC) deu sua versão para os fatos. “Até agora, tenho lido e ouvido uma série de coisas a meu respeito, mas ninguém me ouviu para saber o que me levou a chamar os vereadores Oliveira Tresse (PDT) e Wanderson Castelar (PT) de traidores. Só eles, pois não fiz qualquer referência aos demais.” Segundo José Emanuel, sua crítica a Oliveira foi fruto de reunião do partido, na qual se discutiu o apoio a Ana Rossignoli. “Eu estava presente, e ficou acertado que ela teria o apoio dos que estavam no encontro, e ele, Oliveira, estava lá e assegurou que iria apoiá-la. Mudou no dia e não se manifestou quando eu o chamei de traidor, pois sabia do entendimento do grupo.” Quanto a Castelar, com quem trocou duras palavras – e ambos tiveram que ser contidos -, José Emanuel esclareceu que o vereador petista foi à sede do PSC e pediu apoio para a sua campanha a deputado estadual. “Conseguimos alguma coisa, mas consideramos, na ocasião, que ele deveria apoiar a Ana na disputa para a presidência, e foi com esse entendimento que o ajudamos.”

Guilherme Arêas

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