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Alça do viaduto vai se chamar ‘Zé de Barros’

Por Renato Salles

09/11/2018 às 07h00 - Atualizada 08/11/2018 às 21h18

A Prefeitura de Juiz de Fora publicou, nessa quinta-feira, o projeto de lei que dá nome à alça anexa a ser construída no Viaduto Augusto Franco. O homenageado é o radialista José Vicente de Barros, o Zé de Barros. Na justificativa da proposta, o prefeito Antônio Almas lembrou que o profissional se consagrou como uma das vozes mais queridas do rádio na cidade, com 55 anos de experiência e passagens pelas emissoras Rádio Sociedade de Juiz de Fora (PRB-3) e Solar AM. Foi ainda vereador na legislatura 1983-1988. Ele morreu em 1º de outubro de 2016, deixando dois filhos e três netos.

Novos filiados

O núcleo regional do Partido Novo fez sua primeira reunião em Juiz de Fora após a eleição do empresário Romeu Zema (Novo) para o Governo de Minas. O encontro ocorreu na noite da última quarta-feira, em um bar no Bairro Aeroporto, e foi considerado positivo, reunindo cerca de 60 filiados da legenda. Por ora, o partido se organiza para consolidar o diretório municipal na cidade, o que poderá viabilizar o lançamento de candidaturas à Câmara e até mesmo à Prefeitura nas eleições de 2020. No último dia 28 de outubro, Zema bateu o senador e ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) e vai assumir o Estado a partir de janeiro de 2019.

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Reparação material

O deputado estadual Antônio Jorge (PPS) utilizou sua conta no Facebook para comemorar a aprovação em primeiro turno de um projeto de lei de sua autoria durante a reunião extraordinária da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na última quarta-feira (7). Retornando agora à Comissão de Saúde para receber análise de segundo turno, o texto pretende autorizar o Poder Executivo a conceder reparação material de danos causados aos que foram separados compulsoriamente há décadas de seus pais, quando os atingidos pela doença eram internados em hospitais-colônias.

Crise em Minas

Presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi revelou preocupação com a situação das prefeituras mineiras diante dos atrasos nos repasses do Governo de Minas aos municípios, em especial os relacionados ao ICMS e ao Fundeb. Para ele, as cidades do estado vivenciam uma situação que beira o colapso. “É tão grave que os prefeitos não estão conseguindo pagar seus servidores, inclusive de áreas fundamentais, como saúde e educação. E eles ainda correm o risco de ser responsabilizados por esse impacto na gestão”, lembra o líder municipalista ao afirmar: “A população é quem mais padece”, afirmou, em texto divulgado pela própria CNM.

Paulo Cesar Magella

Paulo Cesar Magella



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