Não será surpresa se o prefeito Bruno Siqueira vetar o reajuste de 8,17%, que a Câmara aprovou na última sexta-feira, sobre os salários dos vereadores e dos servidores concursados e comissionados do Legislativo.
[Relaciondas_post] O argumento, avaliado nos bastidores, é de que a medida ocorreu num cenário de crise, num momento inoportuno, e foi desigual em relação às outras categorias, como os próprios comissionados do Executivo e da administração indireta, que devem ficar com reajuste zero.
Se sancionar, o prefeito ficaria sem discurso ante os demais servidores públicos e até ante a opinião pública, ora enfrentando forte pressão econômica. Ele tem 15 dias, contados a partir da aprovação do projeto de lei, para tomar uma decisão.




