A Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Roberto Cupolillo (Betão), faz audiência pública, nesta quarta-feira, para debater denúncias de auditores ameaçados e a redução do número de profissionais do trabalho em Minas. Os deputados tiveram acesso a dados do Sindicato Nacional dos Auditores que consideram alarmante a situação em Minas Gerais. A fiscalização tem sido feita com menos de três auditores por município. Em 13 anos, os casos de trabalho análogo à escravidão cresceram no estado. Mas, para fiscalizar os 853 municípios de Minas, apenas 225 profissionais concursados trabalham como auditores. É menor índice das últimas três décadas.
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