Bem. Há os falsos e os verdadeiros profetas, adivinhos. Faz parte.
Começou com a concorrência entre os profetas da realeza/ oficiais, e com grande poder, e os que ambicionavam prestígio. Isso ficou mais claro a partir do sec 8.
Representavam a contestação social, política e religiosa . Começam quando se revelavam injustiças sociais, degradação moral, contaminações religiosas, etc
E, como sempre, a mesma ladainha, a triangulação: Carências/catástrofes/ ressurreição . Ou infidelidade/ castigo/ restauração.
E, claro, objetivos políticos.
O que existiu existirá.
A história é uma xerox.
Está na Odisséia, no Ragnarok, no Apocalipse, no Enuma Anu Enlil, e por aí vai .
No meio da confusão surge um desmancha prazer:
O profeta/ adivinho/ concorrente. E que costuma contradizer tudo.
Jeremias foi um desses. Sec 6 AC. Isaías foi outro.
A questão sempre foi política . Ou religiosa .
O sagrado e o profano parece que sempre foram concorrentes . O que não é mau. Concorrência leva a aperfeiçoamento. E o oficial entra em choque com o não- oficial .O sagrado x profano, novamente.
Surgem os que interpretam textos.
Mas para a reconstrução do templo, após o exílio na Babilônia, os sacerdotes recorrem, antes e como sempre, ao oráculo.
Outra coisa: Prever é 50% de ter aquela coisa realizada.
Podes crer. Aumenta a moral, o esforço, o interesse: é psicológico.
Hoje usa- se a IA.
A estatística mostra que as piores profecias geralmente acontecem, e que as melhores ficam para a próxima .
Ou seja:
O verdadeiro adivinho é o que anuncia desgraça. Deve ser acreditado Antes.
O adivinho de algo maravilhoso, só deve ser acreditado Depois .
A moral da história era a seguinte:
Se vc der esperança, isso vai se desviar do principal, vão relaxar…
Muitas profecias são chantagens. Por isso dizem: SE… se não fizer isso… se fizer aquilo…se…
Ou seja, o objetivo da profecia não é predizer: é comportamental, pedagógico .
E tem um começo ritualístico:
Assim fala o….
Assim falou Zaratustra…
Assim falo eu.
Muitas profecias são tão enroladas que ficam incompreensíveis ou podem ser adaptadas a qualquer coisa.
O comportamento de muitos adivinhos, profetas, é mágico. Provocam situações, causam impressões. Como um teatro. Como fazem os religiosos, os políticos, os atores…e os…
Profecia e Magia costumam fazer um par.
Predizer é provocar acontecimento.
Isso também é estatístico.
Perseguir profetas e adivinhos é atribuir- lhes um poder. É crer nesse poder. Donde: perseguição.
O mesmo acontece nas religiões, na política, etc Perseguição é valorização. Em vários sentidos. Como perseguir uma carreira.
Portanto, prever é algo sagrado. É mágico.
Jamais deixará de existir.
A mediunidade entra nessa situação. Disse o pesquisador Adolphe Lods, já no sec 20:
Não é ficção , essas experiências que os profetas videntes dizem ter feito, realmente fizeram. São experiências psicológicas.
PS
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