O vício do Futuro 5 .

Há os falsos e os verdadeiros profetas, adivinhos. Faz parte.

Por Anna Maria Costa Ribeiro

O vício do Futuro 5 .

Bem. Há os falsos e os verdadeiros profetas, adivinhos. Faz parte.

Começou com a concorrência entre os profetas da realeza/ oficiais, e com grande poder, e os que ambicionavam prestígio. Isso ficou mais claro a partir do sec 8.

Representavam a contestação social, política e religiosa . Começam quando se revelavam injustiças sociais, degradação moral, contaminações religiosas, etc

E, como sempre, a mesma ladainha, a triangulação: Carências/catástrofes/ ressurreição . Ou infidelidade/ castigo/ restauração.

E, claro, objetivos políticos.

O que existiu existirá.

A história é uma xerox.

Está na Odisséia, no Ragnarok, no Apocalipse, no Enuma Anu Enlil, e por aí vai .

No meio da confusão surge um desmancha prazer:

O profeta/ adivinho/ concorrente. E que costuma contradizer tudo.

Jeremias foi um desses. Sec 6 AC. Isaías foi outro.

A questão sempre foi política . Ou religiosa .

O sagrado e o profano parece que sempre foram concorrentes . O que não é mau. Concorrência leva a aperfeiçoamento. E o oficial entra em choque com o não- oficial .O sagrado x profano, novamente.

Surgem os que interpretam textos.

Mas para a reconstrução do templo, após o exílio na Babilônia, os sacerdotes recorrem, antes e como sempre, ao oráculo.

Outra coisa: Prever é 50% de ter aquela coisa realizada.

Podes crer. Aumenta a moral, o esforço, o interesse: é psicológico.

Hoje usa- se a IA.

A estatística mostra que as piores profecias geralmente acontecem, e que as melhores ficam para a próxima .

Ou seja:

O verdadeiro adivinho é o que anuncia desgraça. Deve ser acreditado Antes.

O adivinho de algo maravilhoso, só deve ser acreditado Depois .

A moral da história era a seguinte:

Se vc der esperança, isso vai se desviar do principal, vão relaxar…

Muitas profecias são chantagens. Por isso dizem: SE… se não fizer isso… se fizer aquilo…se…

Ou seja, o objetivo da profecia não é predizer: é comportamental, pedagógico .

E tem um começo ritualístico:

Assim fala o….

Assim falou Zaratustra…

Assim falo eu.

Muitas profecias são tão enroladas que ficam incompreensíveis ou podem ser adaptadas a qualquer coisa.

O comportamento de muitos adivinhos, profetas, é mágico. Provocam situações, causam impressões. Como um teatro. Como fazem os religiosos, os políticos, os atores…e os…

Profecia e Magia costumam fazer um par.

Predizer é provocar acontecimento.

Isso também é estatístico.

Perseguir profetas e adivinhos é atribuir- lhes um poder. É crer nesse poder. Donde: perseguição.

O mesmo acontece nas religiões, na política, etc Perseguição é valorização. Em vários sentidos. Como perseguir uma carreira.

Portanto, prever é algo sagrado. É mágico.

Jamais deixará de existir.

A mediunidade entra nessa situação. Disse o pesquisador Adolphe Lods, já no sec 20:

Não é ficção , essas experiências que os profetas videntes dizem ter feito, realmente fizeram. São experiências psicológicas.

PS

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Leia também :

O vício do Futuro 1

O vício do Futuro 2 

O vício do Futuro 3

O vício do Futuro 4

 

 

 

Anna Maria Costa Ribeiro

Anna Maria Costa Ribeiro

Formação Jornalismo Faculdade Nacional de Filosofia;Diretora da escola Urantiam, escola de Ciências Ocultas desde 1995;Antes da escola Urantiam já era professora, consultora, escritora de Ciências Ocultas desde 1980;Autora de 51 livros ( breve + 1, sobre Formação em Magia sec 21 );Consultora/Conselheira, com, aproximadamente 40.000 atendimentos até hoje;Conferencista internacional, Brasil/ Estados Unidos ( desde 1995) Poetisa;Publicações de pesquisas ligadas à Astrologia, em Revista francesa / americana Ufologia;Professora/ consultora desde 1980 de várias Ciências Ocultas: Astrologia Tarot Numerologia Runas Cabala Mitologias grega sumeria africana Constelação famíliar e Metagenealogia Regressão de memória e de Vidas Passadas Supervisão de profissionais Whatsapp ; +55 21-99971-8088

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