O empresário Roberto Justus e sua esposa, a influenciadora digital Ana Paula Siebert, entraram com uma ação judicial contra o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Marcos Dantas por conta de um comentário nas redes sociais.
Isso porque o educador comentou “só a guilhotina” em uma foto Vicky, a filha de apenas 7 anos do casal, aparece segurando uma bolsa de grife avaliada em R$ 14 mil. Diante da repercussão negativa, Dantas decidiu se manifestar.
Através de uma carta divulgada após a polêmica, o professor afirma ter utilizado apenas uma metáfora, fazendo referência à Revolução Francesa, e pediu desculpas pelo ocorrido. Contudo, ainda assim o casal decidiu seguir com a ação.
Ainda assim, nesta terça-feira (15), Justus decidiu dar andamento no processo, pedindo uma indenização de R$ 300 mil por danos morais, sendo R$ 100 mil para cada um dos envolvidos (o empresário, sua esposa e a filha).
Vale destacar que, em média, um professor universitário da UFRJ recebe cerca de R$ 10 mil mensais, além dos rendimentos extras. Portanto, o valor solicitado pela indenização é o equivalente a 30 vezes o salário de Dantas.
Psicóloga também foi processada por Roberto Justus
Além de Marcos Dantas, Roberto Justus também acionou judicialmente a psicóloga Aline Alves, alegando que ela incentivou a violência verbal contra Vicky ao apoiar o comentário do educador nas redes sociais.
Até o momento, a psicóloga não se manifestou oficialmente sobre o caso. De acordo com o que foi divulgado, o valor solicitado por Justus no processo também pode chegar a R$ 300 mil.
Defesa de Roberto Justus recusa pedido de desculpas de professor
De acordo com a revista Quem, nos autos, os advogados de Roberto Justus destacaram que o pedido de desculpas público divulgado pelo professor Marcos Dantas não foi considerado sincero, uma vez que ele tentou justificar suas palavras como uma “metáfora mal interpretada” apenas.
Além disso, a defesa também apontou que o educador se desculpou apenas com o empresário, sem mencionar Ana Paula ou Vicky, e só decidiu fazer isso depois que as consequências jurídicas surgiram.





