O governo federal enviou recentemente ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026, trazendo novidades importantes para o orçamento público, programas sociais e economia.
Entre as medidas que mais chamam atenção está a valorização do salário mínimo, que promete trazer alívio para milhões de brasileiros.
Segundo o projeto, o salário mínimo em 2026 será de R$ 1.631, um aumento de R$ 113 em relação ao valor atual de R$ 1.518. Esse reajuste vai além da correção da inflação, garantindo um aumento real no poder de compra dos trabalhadores.
Percentual de reajuste
O aumento nominal do mínimo é de 7,44%, enquanto a inflação projetada para o período é de 3,6%. Isso significa que, além de preservar o valor do salário frente à inflação, o trabalhador terá um acréscimo real em seu rendimento, algo que não acontecia há alguns anos.
O reajuste do salário mínimo não beneficia apenas quem recebe o valor integral. Ele tem efeito direto em aposentadorias e pensões do INSS, no seguro-desemprego e no abono salarial, além de influenciar programas sociais que utilizam o mínimo como referência, proporcionando um impacto positivo amplo na economia doméstica.
Bolsa Família permanece sem aumento
Apesar da valorização do salário mínimo, o Bolsa Família não terá reajuste em 2026. O orçamento destinado ao programa permanece em R$ 158,6 bilhões, o mesmo valor de 2025. Embora não haja aumento, a manutenção do programa continua sendo um importante apoio às famílias em situação de vulnerabilidade.
Preparar o bolso e o planejamento financeiro para o próximo ano se torna essencial para aproveitar melhor as oportunidades que essas medidas podem gerar.





