Mais Tendências - Tribuna de Minas
  • Cidade
  • Contato
  • Região
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura
  • Empregos
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados

Preços baixos da Shein e Temu chegaram ao fim

Por Julia Martins
22/04/2025
Em Geral, Colunas, Mais Tendências
0
Foto: Linkedin/Reprodução

Foto: Linkedin/Reprodução

Parece que os preços baixos nas plataformas chinesas Shein e Temu estão com os dias contados, pelo menos para os consumidores americanos. A partir de 25 de abril, as compras realizadas por clientes dos Estados Unidos nessas plataformas ficarão mais caras. A mudança é reflexo direto do chamado “tarifaço” anunciado pelo presidente Donald Trump, que elevou para 145% a taxa de importação sobre produtos vindos da China e pôs fim à isenção alfandegária para itens de até US$ 800.

As duas empresas confirmaram que os aumentos de preços são inevitáveis e publicaram comunicados separados, mas com conteúdo semelhante, divulgados pela Associated Press. A estratégia é clara: alertar os consumidores e, ao mesmo tempo, estimular compras imediatas antes que os novos valores entrem em vigor.

Concorrência sob pressão

Shein e Temu, que conquistaram o mercado mundial com preços muito baixos, se tornaram alvos diretos de empresas americanas como Amazon, Walmart e Forever 21. O crescimento acelerado dessas plataformas acendeu o alerta em Washington. Em 2023, o número de remessas de produtos de baixo custo vindos da China saltou de 140 milhões para 1 bilhão.

A Casa Branca já vinha discutindo o impacto da isenção alfandegária, acusando o benefício de facilitar concorrência desleal e, inclusive, a entrada de produtos ilícitos. Pressionada por empresas nacionais, como a Forever 21, que enfrentou seu segundo pedido de recuperação judicial em março, com dívida de US$ 1,51 bilhão, a administração americana decidiu agir.

Substituição da isenção por taxas progressivas

Inicialmente, o plano de Trump era substituir a isenção por uma tarifa de 30% ou US$ 25 por item. Mas isso não durou muito. Em rápida escalada, o valor foi ajustado para US$ 50 e, no início deste mês, passou para US$ 75. A tendência, segundo analistas, é que essas tarifas impactem diretamente a competitividade dos produtos importados da China.

Pressa para comprar antes do aumento

O tom dos comunicados da Shein e da Temu indica que, apesar do impacto, as empresas tentarão amenizar as perdas com promoções de curto prazo. O objetivo é claro: incentivar os consumidores a aproveitarem os preços ainda baixos antes da alta definitiva.

Essa mudança deve influenciar não apenas os hábitos de consumo nos EUA, mas também as estratégias de expansão dessas plataformas em outros países, inclusive no Brasil.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
LogoCaro leitor,

O acesso ao conteúdo será liberado imediatamente após o anúncio.

Julia Martins

Julia Martins

Próximo post
Dentadura - Reprodução/Unsplash

Novo estudo fez dentes crescerem em laboratório

Confira!

Vírus Ebola - Reprodução/Maciej Frolow/Getty Images

Hospital revela resultado de caso suspeito de Ebola em São Paulo

02/06/2026
Remédio - Reprodução/iStock

Hipertensos recebem alerta de medicamento da Anvisa após erro em fabricação

02/06/2026
Descoberta ligada à Bíblia revela segredo por trás de raridade da antiguidade

Descoberta ligada à Bíblia revela segredo por trás de raridade da antiguidade

02/06/2026

Copyright Tribuna de Minas. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo dessa página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a autorização escrita da Tribuna de Minas

Contato

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Tribuna de Minas