As medalhas entregues nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina devem apresentar valor material consideravelmente maior em comparação às edições mais recentes, impulsionadas pela valorização expressiva do ouro e da prata ao longo dos últimos meses.
Apesar de uma recente acomodação após picos históricos, os metais preciosos continuam com cotações elevadas, influenciando diretamente o valor das medalhas.
No cenário atual, a prata está aproximadamente três vezes mais cara do que durante a Olimpíada de Paris 2024, enquanto o ouro registra preço próximo ao dobro do observado naquele período.
Preço das medalhas de ouro
Esse contexto faz com que as medalhas desta edição olímpica apresentem valor material superior ao observado em ciclos anteriores.
Apesar da denominação “medalha de ouro”, a composição dessas peças é predominantemente de prata, com aproximadamente 500 gramas desse metal, além de um banho de cerca de 6 gramas de ouro. Já as medalhas de prata são fabricadas com cerca de 500 gramas de prata em sua composição total.
Projeções para 2026 indicam:
- Medalha de ouro: acima de US$ 1.900
- Medalha de prata: cerca de US$ 1.000
Comparação com Jogos de Inverno de 2022:
- Medalha de ouro: cerca de US$ 700
- Medalha de prata: cerca de US$ 350
Estimativas com base nos preços atuais dos metais:
- Medalha de ouro: acima de US$ 2.300
- Medalha de prata: cerca de US$ 1.400
Tendência de mercado:
- Expectativa de valorização moderada da prata nos próximos anos
- Possível aumento do valor material das medalhas em futuras Olimpíadas
Além do valor do metal, medalhas olímpicas também podem alcançar cifras muito superiores no mercado de leilões, especialmente quando pertencem a atletas consagrados ou a edições históricas dos Jogos.
Nesse contexto, o valor simbólico e histórico tende a superar amplamente o preço dos metais preciosos, consolidando essas peças como itens altamente disputados por colecionadores.





