Mais Tendências - Tribuna de Minas
  • Cidade
  • Contato
  • Região
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura
  • Empregos
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados

Pesquisa revela que o maior bem dos bilionários não está em cofres

Por Raianne Romão
17/06/2025
Em Geral
0
(Foto: depositphotos.com)

(Foto: depositphotos.com)

Eles acumulam castelos, joias raras, supercarros e até foguetes espaciais, mas quando se trata de definir o que realmente não pode faltar na vida dos mais abastados, a resposta surpreende pela funcionalidade: o jato particular.

Uma pesquisa recente conduzida pela Forbes revelou que, entre todos os objetos de desejo do seleto grupo de bilionários globais, o que mais se destaca não é uma relíquia artística nem uma experiência gastronômica estelar, e sim um avião privado. Para eles, tempo é mais valioso do que qualquer bem material.

O relógio é o novo símbolo de status

A sondagem ouviu 40 bilionários, e 12 deles apontaram o jato como seu bem mais imprescindível. O motivo? Agilidade e autonomia.

A possibilidade de eliminar escalas, conexões, check-ins demorados e imprevistos é simplesmente irrenunciável. Em uma agenda onde cada minuto pode render milhões, perder horas em aeroportos é inaceitável.

David Hoffmann, magnata norte-americano com negócios em imóveis, transporte e mídia, afirmou que sua rotina empresarial só é viável graças ao uso de jatos próprios. Já Samir Mane, o primeiro bilionário da Albânia, exemplifica: um voo de Tirana a Sarajevo leva 20 minutos em jato particular, contra quase um dia em voos comerciais.

Mais aeroportos, menos barreiras

Nos Estados Unidos, há 389 aeroportos públicos, mas apenas 25 operam voos comerciais. O restante é acessível exclusivamente pela aviação executiva, o que garante liberdade de trajeto e flexibilidade de horários, um diferencial que atrai ainda mais os detentores de grandes fortunas.

Um mercado que decolou — e não pousou mais

Desde a pandemia, a demanda por jatos executivos disparou. Hoje, um modelo compacto, ainda que usado, começa na faixa de 1 milhão de dólares, enquanto uma aeronave de ponta, como o Global 7500, ultrapassa os 80 milhões de dólares.

Esse modelo, aliás, oferece cabines multifuncionais, com espaços dedicados ao trabalho, lazer e descanso, além de autonomia para voos intercontinentais sem escalas.

Mesmo com depreciação de até 10% ao ano, o jato é considerado um ativo estratégico. Quatro dos entrevistados revelaram que o avião foi o item mais caro que já adquiriram.

O luxo sem limite: casos fora da curva

Alguns vão além do padrão. Roman Abramovich, ex-proprietário do Chelsea, desembolsou cerca de US$ 350 milhões por um Boeing 787 Dreamliner convertido para uso pessoal.

Já o oligarca russo Alisher Usmanov investiu entre US$ 350 e 500 milhões em um Airbus A340-300 adaptado. Ambas as aeronaves estão sob sanções internacionais desde o início da guerra na Ucrânia, mas não deixam de simbolizar os extremos que alguns estão dispostos a atingir para voar com exclusividade.

No fim das contas, o avião particular é menos sobre ostentação e mais sobre eficiência. Num universo onde decisões valem bilhões e oportunidades não esperam, o que realmente define o topo da pirâmide econômica é quanto tempo se ganha — e como se usa.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
LogoCaro leitor,

O acesso ao conteúdo será liberado imediatamente após o anúncio.

Tags: Forbes pesquisa bilionários 2025jato particular bilionáriosjatos privados pandemialuxo e tempo na elitemercado de aviação executiva
Raianne Romão

Raianne Romão

Raianne Romão é comunicóloga com habilitação em Jornalismo e graduanda de Letras/Inglês. Atualmente é redatora no Tribuna de Minas. Já atuou como redatora nos segmentos de coluna social, entretenimento e benefícios socias. Já atuou também nas áreas de Marketing Digital e Assessoria de Imprensa. Além disso, atuou como produtora de conteúdo audiovisual, redatora e social media no Jornal do Commercio.

Próximo post
Brasil recicla só 3 % do lixo eletrônico, mas já extrai ouro de celulares

Brasil recicla só 3 % do lixo eletrônico, mas já extrai ouro de celulares

Confira!

Antártida

Geleira revela corpo perdido desde os anos 1950 e caso impressiona autoridades

29/05/2026
Pesquisa calcula quanto brasileiros precisariam ganhar para cobrir despesas básicas

Pesquisa calcula quanto brasileiros precisariam ganhar para cobrir despesas básicas

29/05/2026
Nova geração do Wi-Fi começa a transformar conexão doméstica no Brasil

Nova geração do Wi-Fi começa a transformar conexão doméstica no Brasil

29/05/2026

Copyright Tribuna de Minas. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo dessa página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a autorização escrita da Tribuna de Minas

Contato

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Tribuna de Minas