Embora as datas exatas de vencimento variem de acordo com o estado e o final da placa do veículo, as primeiras cobranças do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) costumam começar em janeiro de cada ano.
Por conta disso, muitos brasileiros optam por utilizar o 13º salário, que geralmente é pago entre os meses de novembro e dezembro, para arcar com a despesa. E a estratégia foi confirmada por um levantamento feito pela empresa Sem Parar.
De acordo com os dados da pesquisa, que foi feita com cerca de 450 clientes em meados de novembro, pelo menos 29% dos trabalhadores que vão receber o pagamento adicional pretendem usar a primeira parcela para arcar com o IPVA.
O montante também compõe o planejamento voltado à quitação do licenciamento ou de eventuais multas. Em contrapartida, o também levantamento revelou que cerca de 32% dos condutores costuma reservar anualmente uma parte do 13º para essas despesas, independentemente de se tratar da primeira ou da segunda parcela.
E vale destacar que o dado é relevante, pois enquanto a primeira parcela do pagamento, que é paga até o dia 20 de novembro, é paga sem nenhum tipo de desconto, a segunda é relativamente menor, pois conta com descontos previdenciários e de Imposto de Renda aplicados.
Parcelamento do IPVA também integra estratégias financeiras
Por mais que o 13º salário facilite para que muitos brasileiros arquem com o pagamento do IPVA à vista, o levantamento da Sem Parar também revelou que uma significativa parcela de condutores opta pelo parcelamento.
Vale destacar que o método de pagamento é extremamente popular no país, e de acordo com o que foi apurado, é adotado por pelo menos 20% dos brasileiros para quitar o tributo e outros débitos relacionados ao veículo.
Contudo, o relatório apontou que os maiores gastos acabam sendo direcionados às revisões e manutenções. Entre os proprietários entrevistados, pelo menos 56% afirmam recorrer ao parcelamento para cobrir esses custos.





