Luciano Hang, fundador da Havan, movimenta cidades, empregos e sonhos de consumo. Com um investimento estimado em R$ 3 bilhões até 2026, o empresário mira o Rio Grande do Sul como palco de expansão estratégica.
Desde a chegada da Havan ao estado em 2018, com a primeira loja em Passo Fundo, a rede não parou de crescer. Cada nova megaloja não é apenas um ponto de venda: é um polo de empregos, fornecedores e desenvolvimento regional.
A inauguração recente em Canoas, que custou R$ 95 milhões, prova que a marca aposta em presença e visibilidade.
Megalojas que marcam cidades
O plano inclui 25 megalojas até 2026, distribuídas em cidades-chave. Além de Canoas e Bagé, novas unidades serão inauguradas em Uruguaiana, Novo Hamburgo, Garibaldi, Taquara, Caxias do Sul e uma segunda loja em Porto Alegre.
Cada abertura traz consigo centenas de empregos diretos e indiretos, reforçando o papel da Havan como agente econômico regional.
Mais do que números, Luciano Hang enfatiza o impacto social: “Queremos gerar emprego e renda para as famílias gaúchas.” Cada loja representa não só comércio, mas oportunidades para trabalhadores, fornecedores e pequenos empreendedores locais.
Estratégia além do varejo
A Havan não escolhe cidades aleatoriamente. Cada megaloja é planejada considerando densidade populacional, potencial de consumo e logística regional.
O resultado é um mapa de presença que transforma o Rio Grande do Sul em um território estratégico para a marca, criando sinergias com fornecedores e gerando economia circular.
O futuro em números
Até o final de 2025, a rede terá novas inaugurações em Uruguaiana e Novo Hamburgo, enquanto 2026 promete megalojas em Garibaldi, Taquara, Caxias do Sul e uma segunda filial em Porto Alegre.
No total, cinco mil colaboradores devem ser contratados, consolidando a Havan como um dos maiores empregadores privados do estado.






