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Inovação dá adeus aos fogões de indução nas cozinhas

Por Jeferson da Rosa
16/02/2026
Em Mais Tendências, Colunas
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Inovação dá adeus aos fogões de indução nas cozinhas - Imagem: Pixabay

Inovação dá adeus aos fogões de indução nas cozinhas - Imagem: Pixabay

Nos últimos anos, os fogões por indução conquistaram espaço nas cozinhas brasileiras e internacionais. Rápidos, fáceis de limpar e associados a um visual moderno, eles se tornaram símbolo de eficiência doméstica.

No entanto, uma novidade começa a chamar a atenção da indústria e dos consumidores e pode, nos próximos anos, mudar novamente o padrão das cozinhas, colocando os fogões de indução em segundo plano.

Inovação dá adeus aos fogões de indução nas cozinhas

A tecnologia que desponta como sucessora é o aquecimento por infravermelho, agora redesenhado para uso doméstico com mais eficiência, controle e segurança.

Diferente da indução, que depende de campos eletromagnéticos para aquecer apenas panelas específicas, o infravermelho funciona por meio da radiação térmica.

O calor é emitido diretamente para o fundo da panela e para a área imediata do tampo, criando uma resposta rápida e estável ao ajuste de potência.

Na prática, isso significa um sistema mais versátil. O infravermelho não exige utensílios com fundo magnético, o que atende especialmente quem já possui jogos completos de panelas de vidro, cerâmica, alumínio ou inox tradicional.

Essa compatibilidade ampla reduz custos extras e elimina uma das principais queixas de usuários de indução, que muitas vezes precisam substituir utensílios perfeitamente funcionais.

Outro ponto relevante é o comportamento térmico. Enquanto a indução se destaca pela velocidade, ela pode exigir adaptação em preparos longos, como molhos, caldos e cozimentos lentos.

O infravermelho oferece um calor mais constante, facilitando receitas que pedem controle contínuo em fogo médio ou baixo. Isso atrai tanto cozinheiros domésticos frequentes quanto pessoas que valorizam previsibilidade no preparo.

Novidade oferece mais benefícios para quem não quer perder tempo na cozinha

Os benefícios também aparecem no uso cotidiano. O sistema tende a ser mais silencioso, já que depende menos de ventilação ativa, e sua construção permite integração em cooktops híbridos, que combinam diferentes tecnologias no mesmo equipamento.

Essa flexibilidade atende cozinhas com limitações elétricas ou usuários que preferem adaptar a fonte de calor ao tipo de receita.

Em termos de consumo de energia, não há uma resposta única, mas os modelos mais recentes prometem melhor aproveitamento do calor gerado, reduzindo perdas comuns em usos prolongados.

Quando bem dimensionado e instalado, o infravermelho pode se mostrar mais eficiente no cenário real de uma casa, não apenas nos testes de laboratório.

Assim, a inovação não representa apenas uma troca de aparelho, mas uma mudança na forma de cozinhar.

Ao priorizar compatibilidade, constância térmica e adaptação ao dia a dia, o aquecimento por infravermelho surge como um forte candidato a redefinir o coração da cozinha moderna, deixando os fogões de indução, pouco a pouco, no passado.

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Jeferson da Rosa

Jeferson da Rosa

Jornalista apaixonado pela profissão.

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