Uma nova proposta educacional está abrindo caminho para quem deseja ingressar no ensino superior em cursos nas áreas de tecnologia, engenharia e agronomia.
A Atitus Educação lançou um programa que permite aos estudantes cursarem a graduação sem qualquer desembolso financeiro durante os anos de estudo, com o pagamento postergado para o período após a conclusão do curso, quando já estiverem inseridos no mercado de trabalho.
Iniciativa oferece financiamento para cursos de tecnologia, agronomia e engenharia
A iniciativa, batizada de Futuro+, foi desenvolvida com o objetivo de ampliar o acesso a formações estratégicas para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul.
O modelo de financiamento cobre integralmente os custos dos cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Civil e Agronomia, todos oferecidos em modalidade presencial.
As aulas acontecem nos campi da instituição em Passo Fundo e Porto Alegre, este último exclusivo para o curso de Ciência da Computação.
O Futuro+ oferece uma vantagem significativa: o dobro do tempo de duração do curso para a quitação do financiamento. Assim, quem iniciar a graduação em 2026 terá até 2041 para concluir os pagamentos, com incidência de uma taxa administrativa de apenas 0,25% ao mês.
A medida visa proporcionar condições reais para que os estudantes possam se formar, conquistar uma posição no mercado e só então arcar com os custos da formação.
Como se inscrever nos cursos?
As inscrições para ingresso no primeiro semestre de 2026 já estão abertas e seguem até o dia 14 de novembro. Estão previstas 200 vagas iniciais, com igual número de oportunidades para o segundo semestre. Ao todo, serão 2 mil vagas disponibilizadas até 2030.
Para participar, é necessário ser aprovado no vestibular da Atitus e passar por uma avaliação de crédito realizada pela Fundacred, entidade parceira responsável pela gestão financeira do programa.
O processo seletivo pode ser acessado no site oficial da instituição.
Cursos tem missão de aumentar número de profissionais no estado
A proposta surge em um momento crucial para o setor produtivo gaúcho, que enfrenta escassez de profissionais qualificados nas áreas de engenharia e tecnologia.
Dados da Confederação Nacional da Indústria apontam para um déficit significativo de engenheiros no Brasil, o que tem impactos diretos na capacidade de inovação e competitividade do país.
O programa também se alinha ao conceito de “universidade empregadora”, ao oferecer formações ajustadas às exigências do mercado e com trilhas específicas para empregabilidade e empreendedorismo.






