O humorista Rafinha Bastos precisará passar por cirurgia após sofrer um acidente de bicicleta na última quinta-feira (18) em Nova York, nos Estados Unidos, onde reside atualmente. Durante o episódio, ele colidiu com o asfalto, fraturou a clavícula e bateu a cabeça, o que exigiu atendimento médico imediato.
Como consequência do acidente, o ex-Band precisou cancelar os shows que estavam programados para este fim de semana em Austin e Nashville. No entanto, Bastos garantiu que as apresentações serão remarcadas para novembro, assim que sua recuperação permitir.
Acidente do humorista
Em suas redes sociais, o humorista compartilhou detalhes sobre o incidente e tranquilizou os fãs quanto ao seu estado geral de saúde. Apesar de ter perdido a consciência momentaneamente, ele afirmou que a cabeça já está em processo de recuperação, embora não totalmente, e destacou a dor intensa causada pela clavícula fraturada: “A cabeça já está levemente recuperada, que nunca tá recuperada 100%, porque nunca foi 100%, e a clavícula tá doendo bastante”.
Ainda não está definido se a cirurgia será realizada nos Estados Unidos ou no Brasil. Bastos comentou sobre a decisão, ressaltando que ainda precisa avaliar a situação: “Acho que eu vou para o Brasil agora, de repente vou fazer cirurgia aqui, não sei, preciso decidir ainda, porque o hospital daqui é uma beleza”.
Carreira dentro e fora da Band
No Brasil, Rafinha Bastos consolidou sua carreira na Band, participando de programas como CQC – Custe o Que Custar (2008-2011), A Liga (2010-2011 e 2013) e Agora É Tarde (2014-2015). Durante esse período, enfrentou polêmicas, como uma piada sobre a gravidez da cantora Wanessa Camargo, que resultou em sua demissão em 2011, retornando à emissora em 2013 e permanecendo até julho de 2015, quando encerrou definitivamente sua parceria com a Band.
Em 2018, mudou-se para Nova York, nos Estados Unidos, onde atua como comediante e apresentador do podcast Mais que 8 Minutos. Em entrevista ao portal Estadão, ressaltou a liberdade criativa que encontrou fora do Brasil: “Pude me reconstruir com base única e exclusivamente na minha criatividade, sem que tivesse nenhum julgamento sobre o que já aconteceu. É do zero quando eu subo no palco aqui”, destacou.






