Com parcelas ainda pendentes relativas a 2025, estudantes beneficiários do Pé-de-Meia aguardam a definição das datas de pagamento dos valores devidos pela conclusão de série do ensino médio (R$ 1.000) e pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no valor de R$ 200. O recebimento depende diretamente do envio e da validação das informações pelas redes estaduais e municipais de ensino ao Ministério da Educação (MEC).
De acordo com a pasta, os depósitos são realizados de forma escalonada, à medida que os dados sobre aprovação e participação no Enem são confirmados pelas secretarias de educação. A primeira janela de pagamentos ocorreu em fevereiro, com base nas informações encaminhadas em janeiro. Redes que enviaram os dados posteriormente terão os valores processados nas janelas seguintes.
Parcelas pendentes pros estudantes
O Ministério da Educação (MEC) programou para o período de 23 a 30 de março o início dos depósitos da primeira parcela de 2026, obedecendo a um calendário escalonado conforme o mês de nascimento dos estudantes.
Na mesma janela, também poderão ser creditados valores referentes a 2025 que ainda estejam em aberto. Quando há atraso no envio das informações pelas redes de ensino ou necessidade de ajustes cadastrais, os pagamentos podem ser realizados até o mês de junho.
Desde 20 de março, os participantes têm acesso à consulta detalhada da situação do benefício na página oficial do Pé-de-Meia, mediante login na conta gov.br. O sistema permite verificar a confirmação do direito ao incentivo, a data prevista para depósito e possíveis inconsistências nos dados que possam impedir o crédito.
Pé-de-Meia
Os recursos do Pé-de-Meia são creditados em poupanças abertas automaticamente na Caixa Econômica Federal, com movimentação pelo Caixa Tem. Parte dos valores pode ficar bloqueada até a conclusão do ensino médio; concluintes têm saque liberado, e quantias antigas podem ser desbloqueadas em data distinta.
Instituído pela Lei nº 14.818/2024, o programa atende estudantes de baixa renda do ensino médio público inscritos no CadÚnico, com incentivos por matrícula, frequência, conclusão e Enem. A execução é fiscalizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que pode determinar bloqueios e ajustes.






