Com o objetivo de ampliar o acolhimento e a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), o metrô de São Paulo, em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), segue disponibilizando máquinas que fornecem acesso gratuito a medicamentos e materiais de prevenção ao HIV em algumas estações.
Uma das mais recentes foi instalada na estação Consolação, situada na Avenida Paulista, na região central da cidade, oferecendo assim mais um ponto de acesso fácil e discreto a serviços de saúde.
A dispensadora automatizada disponibiliza gratuitamente medicamentos para profilaxia pré e pós-exposição ao HIV (PrEP e PEP), e ainda permite a realização de autotestes para detectar a presença da doença.
No entanto, é importante lembrar que, para ter acesso aos medicamentos, o interessado deve realizar uma teleconsulta pela plataforma SPrEP, disponível no aplicativo e-saúdeSP, para que seja gerado um QR Code que permitirá a retirada do kit diretamente na máquina.
Máquinas estão disponíveis em diversas estações
Conforme mencionado anteriormente, a máquina instalada na estação Consolação é uma das mais recentes, tendo entrado em funcionamento em abril deste ano. Contudo, a iniciativa teve início em junho de 2024.
Desde então, diversas dispensadoras de medicamentos foram instaladas em pontos estratégicos da cidade, podendo ser encontradas nas estações República, Vila Madalena, Anhangabaú, Barra Funda e Sé.
Prefeitura de São Paulo recebeu reconhecimento internacional por oferta facilitada de PREP e PEP
Em fevereiro deste ano, foi constatado que as máquinas automáticas já respondiam por uma parcela significativa da distribuição de medicamentos em São Paulo, com um aumento de 628% nas retiradas facilitadas.
Devido ao sucesso da iniciativa, a Coordenadoria de IST/Aids da Prefeitura de São Paulo foi convidada a participar da quinta edição da Research for Prevention Conference (HIVR4P), realizada no Peru.
O trabalho “Ampliando ações e alcance – PrEP e PEP online no Brasil” integrou a programação da conferência, sendo apresentado em sessão moderada por Beatriz Grinsztejn, presidente da International AIDS Society (IAS).





