Nos bastidores do Botafogo, alguns momes de empresários influentes ao redor do mundo começaram a ser comentados como possíveis candidatos a substituírem John Textor no comando da SAF. Após o anúncio da venda de clubes do grupo Eagle no jornal Financial Times, o empresário norte-americano foi informado que um bilionário mais rico que ele está de olho na oportunidade de negócio.
Segundo informações do site Gazeta Botafoguense e do jornal italiano Tuttosport, o empresário ítalo-americano John Elkann, de 50 anos é o principal interessado em investir nos clubes geridos por John Textor. Dono do grupo Exor e do conglomerado Stellantis, Elkann comanda uma rede de marcas conhecidas do mercado automotivo, como Fiat, Jeep, Ferrari, Alfa Romeo, citroen, Peugeot, entre outras.
De acordo com o último levantamento realizado pela revista Forbes, o patrimônio financeiro de Elkann está avaliado em US$ 2,5 bilhões, (em torno de R$ 12,5 bilhões na cotação atual). Para efeito de comparação, John Textor possui uma fortuna avaliada em R$ 7,6 bilhões. São R$ 4,9 bilhões de diferença entre os empresários.
No momento, Textor segue como proprietário do Botafogo SAF, RWDM Brussels, da Bélgica, e dono de ações no Olympique Lyonnais, da França. Todos os clubes foram listados no anúncio de venda no jornal britânico na última semana. O clube brasileiro foi descrito como “um dos clubes mais históricos do Brasil.”
No entanto, nenhum investidor realizou propostas pela aquisição dos clubes geridos pela Cork Gully, administradora do Grupo Eagle.
Textor interessado em clube alemão
Nesta segunda-feira (20), repercutiu nas redes sociais uma fala de John Textor para uma rede de televisão pública na Alemanha. O empresário norte-americano revelou que possui o desejo de ser investidor no Eintracht Frankfurt, clube que disputa a primeira divisão do futebol alemão.
O dono da SAF botafoguense chegou a admitir que se considera alemão e torce para o Eintracht Frankfurt.
Mesmo afastado da mesa diretora do Grupo Eagle, Textor acredita que pode realizar aportes financeiros em outros clubes de futebol enquanto gerencia financeiramente clubes integrantes do bloco.





