Na última segunda-feira (14), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão das vendas e o recolhimento de todos os lotes do protetor solar Antiox C FPS 58, da marca Cosmobeauty, fabricado pela empresa Biodomani Indústria e Comércio Ltda.
De acordo com a resolução do órgão, publicada no Diário Oficial da União (DOU), o produto em questão não possui registro sanitário, e por conta disso, não pode ser mais comercializado.
Até o momento, a empresa não comentou sobre o assunto. No entanto, a CEO da Cosmobeauty, Dra. Fernanda Sanches, se manifestou nos comentários de uma postagem feita nas redes sociais oficiais da Anvisa a respeito do assunto.
Além de afirmar que o departamento jurídico da empresa tomará as medidas cabíveis contra o órgão e matérias das quais considerou inverídicas, a farmacêutica e cosmetóloga ainda afirmou que o Antiox C FPS 58 sempre teve registro válido.

Treelife Pharmah Ltda se manifesta sobre a decisão da Anvisa
Na mesma resolução publicada no DOU, a Anvisa também determinou a suspensão de todos os produtos cosméticos da empresa Treelife Pharmah Ltda, sediada em São Paulo e atuante no setor de suplementos e manipulados. Além de apontar a ausência de registro dos produtos, o órgão afirmou que a empresa não possui autorização de funcionamento para a fabricação de cosméticos.
Procurada pela imprensa, a Treelife Pharmah emitiu um posicionamento oficial, no qual afirma ser uma farmácia de manipulação devidamente regularizada nesta categoria. Confira a nota completa da empresa abaixo (via O Tempo):
“Nessa terça-feira, 15 de julho, a Anvisa realizou um pronunciamento por meio das suas redes sociais informando o recolhimento de produtos cosméticos e entre as empresas citadas está a TreeLife Pharmah.
Esclarecemos que a Treelife Pharmah é uma farmácia de manipulação, devidamente regularizada. Não somos uma empresa de cosméticos industrializados, como sugere a postagem.
Reforçamos que todas as nossas licenças e autorizações estão rigorosamente em dia, incluindo aquelas emitidas pela ANVISA. Ao tomar ciência da publicação, o departamento jurídico já está se movimentando para realizar as providências cabíveis, inclusive solicitando a retirada do menção à Treelife Pharmah da publicação.
O fato gerou exposição indevida e desnecessária, sem que houvesse qualquer diligência prévia para a verificação da veracidade das informações”.





