Um dos chás mais populares entre os brasileiros, conhecido pelo sabor marcante e coloração vibrante, tem se destacado por muito mais do que suas qualidades refrescantes.
Fácil de preparar e presente em muitas cozinhas, essa infusão, além de saborosa, pode auxiliar no controle da pressão arterial em casos leves e moderados.
O que poucos sabem é que a bebida também possui propriedades anti-inflamatórias, o que a torna ainda mais relevante para a saúde, já que a inflamação crônica está por trás de diversos problemas metabólicos e cardiovasculares.
Chá anti-inflamatório chega ao mundo para ajudar a controlar pressão
Estamos falando do chá de hibisco, uma infusão preparada com as flores secas da planta Hibiscus sabdariffa.
Pesquisas e profissionais da saúde apontam que a bebida pode contribuir para a redução da pressão alta graças ao seu efeito diurético natural, que ajuda o corpo a eliminar o excesso de líquidos, diminuindo o volume de sangue circulante e, consequentemente, a pressão nas artérias.
Além disso, os compostos presentes na flor, como flavonoides, ácidos orgânicos e antocianinas, exercem uma ação antioxidante e anti-inflamatória, combatendo os radicais livres e auxiliando o corpo a manter processos inflamatórios sob controle.
O preparo do chá exige atenção a um detalhe importante. A recomendação é aquecer entre 200 e 300 ml de água até o ponto anterior à fervura e, então, adicionar uma colher de sopa das flores secas de hibisco.
A infusão deve repousar por 5 a 10 minutos, com o recipiente tampado, para preservar os compostos bioativos.
Após esse período, basta coar e consumir, seja quente ou frio. Ferver as flores junto à água, no entanto, é um erro comum que pode comprometer os princípios ativos da bebida.
Chá de hibisco exige alguns cuidados
Apesar de seus benefícios, o consumo do chá de hibisco deve ser feito com cautela.
Mulheres grávidas, em fase de amamentação ou que estejam tentando engravidar devem evitar a infusão, pois há indícios de que ela possa interferir em processos hormonais e reprodutivos.
Pessoas com pressão naturalmente baixa também precisam de atenção, já que o efeito hipotensor pode agravar o quadro.
Para quem não tem contraindicação, a ingestão diária deve ser moderada, geralmente entre uma e duas xícaras por dia, sempre levando em conta o histórico de saúde individual.
Quantidades excessivas podem causar desequilíbrios, inclusive sobrecarregar o fígado, segundo nutricionistas.






