Diante da previsão de novos temporais e ventos fortes nos próximos dias, a Prefeitura de Cotia, na Grande São Paulo, decidiu nesta terça-feira (23) suspender todas as atividades escolares para alunos da rede municipal. A medida preventiva foi adotada após as intensas chuvas da segunda-feira, que causaram goteiras, quedas parciais de forros e outros danos estruturais em diversas escolas.
Com o objetivo de garantir a segurança de alunos, professores e demais funcionários, a administração municipal constituiu um grupo de gestão de crise, reunindo diferentes secretarias para coordenar as ações necessárias e avaliar os impactos nas unidades escolares.
Alunos sem aula
Visando proteger alunos, professores e funcionários diante da previsão de novos temporais e ventos fortes nos próximos dias, a Prefeitura de Cotia, na Grande São Paulo, anunciou nesta terça-feira (23) a suspensão de todas as aulas da rede municipal. A decisão preventiva foi motivada pelas fortes chuvas ocorridas na segunda-feira, que provocaram goteiras, quedas parciais de forros e outros danos estruturais em várias escolas.
Para enfrentar os impactos da tempestade e organizar a resposta, a administração municipal criou um grupo de gestão de crise, integrando diferentes secretarias, com o objetivo de coordenar ações emergenciais e avaliar de forma detalhada a situação de cada unidade escolar.
Tempestade em São Paulo
O temporal que atingiu Cotia provocou impactos significativos em diversas regiões do estado de São Paulo. Na capital, mais de 184 mil imóveis ficaram sem fornecimento de energia elétrica na manhã desta terça-feira, conforme informou a concessionária Enel, que conseguiu restabelecer o serviço para 68% dos clientes até as 6h.
Segundo meteorologistas, a instabilidade foi causada pela passagem de uma frente fria, que trouxe ventos de até 100 km/h. O volume de chuva registrado na tarde de segunda-feira atingiu cerca de metade da média histórica de precipitação para o mês de setembro.
Além de alagamentos e quedas de árvores, o temporal gerou atrasos e cancelamentos de voos nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e de Cumbica, em Guarulhos. No interior do estado, em Porto Feliz, uma unidade industrial da Toyota sofreu alagamentos e destelhamentos, evidenciando a magnitude dos danos provocados pelo fenômeno climático.






