É cientificamente comprovado que a prática de atividades físicas traz muito mais benefícios ao corpo do que apenas melhorias estéticas. Afinal, incluir exercícios físicos na rotina também pode ser essencial para garantir uma boa saúde.
Além disso, uma meta-análise de estudos de diversos especialistas revelou que estas atividades ainda podem ajudar a reduzir em até 40% o risco de morte precoce por todas as causas, principalmente tratando-se de exercícios que aumentam a frequência cardíaca e a respiração de forma regular.
E a diferença também é notada por profissionais da área da saúde, pois de acordo com o o Dr. Andrew Freeman, diretor de prevenção cardiovascular e bem-estar no National Jewish Health em Denver, uma rotina ativa pode ser mais efetiva do que muitos medicamentos (via CNN).
Segundo os resultados do estudo, o exercício aeróbico regular foi considerado o mais benéfico para a saúde, com uma redução de 40% na probabilidade de morte por doenças cardiovasculares e de 25% no risco de câncer.
Inclusive, até quem era sedentário e começou a se exercitar há pouco tempo teve 22% menos risco de morrer precocemente. Entretanto, a pesquisa também revelou que pessoas que deixaram as atividades de lado voltaram a correr riscos.
Atividades físicas moderadas também podem ajudar no bem-estar
Vale destacar que não é necessário se exercitar com extrema intensidade, uma vez que pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica de intensidade moderada ou 75 a 150 minutos de atividade aeróbica de alta intensidade são suficientes para garantir resultados satisfatórios.
Ainda mais considerando que o coautor do estudo e professor sênior da Escola de Saúde Pública da Universidade de Queensland, em Brisbane, Austrália, Gregore Mielke, afirmou que mesmo as pessoas que não atingem os níveis recomendados de atividade física ainda apresentam menor risco de morte precoce.
“Incentivamos as pessoas a se moverem da maneira que funcionar melhor para elas. O mais importante é manter o corpo em movimento e encontrar formas prazerosas de ser ativo”, explicou Mielke.






