A pesquisa “O Luxo de Ganhar Tempo”, realizada pela Amazon em parceria com a HarrisX, ouviu aproximadamente 2 mil consumidores brasileiros no fim de 2025, com divulgação dos resultados em 2026.
O estudo teve como objetivo compreender de que maneira a percepção do tempo influencia o comportamento de compra no comércio eletrônico.
Os resultados mostram que a administração do tempo se tornou um elemento central nas decisões de compra.
Mais de 90% dos entrevistados apontam o frete grátis e a rapidez na entrega, estratégias destacadas por empresas como Amazon e Mercado Livre, como fatores decisivos na escolha de produtos e serviços no ambiente digital, com impacto direto no comportamento do consumidor.
Entregas rápidas
Nesse cenário, prazos mais curtos, como entrega no mesmo dia ou no dia seguinte, passaram a ser vistos como padrão de expectativa, diretamente ligados à ideia de otimização do tempo no cotidiano.
O levantamento também aponta alterações no comportamento de consumo, com cerca de 55% dos brasileiros relatando sensação de pressão constante na rotina, o que intensifica a procura por soluções que economizem tempo.
Paralelamente, observa-se maior sensibilidade a custos e prazos de entrega, com consumidores tendendo a desistir de compras quando o frete é elevado ou a espera é prolongada.
Em contrapartida, uma parcela relevante aceita prazos maiores quando há isenção de frete, evidenciando a importância do custo na decisão de compra.
Importância da logística
No varejo digital, o comportamento do consumidor tornou a logística central na estratégia das empresas. O frete grátis se consolidou como um dos principais motores do e-commerce, influenciando conversão e recompra, enquanto a competitividade exige equilíbrio entre velocidade, custo e experiência.
A tecnologia impulsiona essa transformação com o uso de inteligência artificial e automação para otimizar rotas, prever atrasos e ajustar entregas em tempo real.
O uso de dados e o rastreamento contínuo aumentam a previsibilidade e a transparência, cada vez mais valorizadas pelos consumidores.
Empresas do setor vêm adotando estratégias como microcentros urbanos, dark stores e redes de entregadores sob demanda, buscando reduzir distâncias e acelerar prazos.





